O que as mulheres querem?

by Think Olga

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Reclamam que as mulheres são complicadas. Mas por que as coisas precisam ser simples? Os meios de comunicação e a publicidade têm dificuldade em conversar com o público feminino. Normalmente encabeçados por homens, eles desenham em várias mídias uma figura de mulher cheia de estereótiposVemos uma que dança de vestido branco enquanto menstruada ou outra limpa o vaso sanitário com um sorriso no rosto. Pois é, as coisas parecem bem simples e fáceis nos anúncios. Como eles não entendem com quem estão falando, a comunicação se complica. E o pior sobra para a gente, que recebe mensagens truncadas, com as quais não nos identificamos nem um pouco, feitas a partir de ideias ultrapassadas, rasas e, às vezes, até mesmo ofensivas. Só uma dica: um produto não vai ganhar o coração das jovens ao mostrá-las em uma guerra de travesseiros em câmera lenta. Isso é uma fantasia sexual masculina, não uma tarde de verdade na casa de amigas. Se você entende do que estamos falando, vai gostar de conhecer a Olga. Somos um think tank dedicado a elevar o nível da discussão sobre feminilidade nos dias de hoje. Ao longo dos anos, algumas agências e bureau de pesquisas mapearam várias tendências de comportamento feminino. Mas, por algum motivo, todas as mudanças que são óbvias para qualquer pessoa que saia à rua ou converse com mulheres não aparecem na comunicação, em anúncios ou mesmo em programas e revistas femininas. É como se grande parte da mídia, apesar de saber que o mundo mudou, ainda estivesse conversando com as mulheres de 20 anos atrás. Os novos tempos trazem novas características, novos sonhos, novos objetivos… A proposta da Olga é descobrir quem é essa nova mulher, como ela se vê e o que ela quer hoje. E, então, buscarmos e criarmos conexões criativas mais reais, mais verdadeiras. A partir de um diálogo honesto, encontraremos formas mais femininas de pensar a vida - e que elas não sejam todas cor de rosa.