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Quando você pensa em machismo, o que vem à sua cabeça? Estupro, violência doméstica, restrição econômica, submissão e subserviência. Porém, existem alguns comportamentos machistas que permeiam nosso cotidiano e sequer nos damos conta. Gestos que parecem inofensivos, mas na verdade roubam nossa força, nosso espaço e limitam as possibilidades das mulheres. Mas estamos de olho! A Think Olga traz uma explicação sobre quatro tipos de machismo invisíveis para te ajudar a combatê-los no seu dia-a-dia: manterruptingbropriating, mansplaining e gaslighting. São comportamentos batizados em inglês sem tradução oficial. Mas também achamos imprescindível pensarmos em versões em português!

 

frase-manterrupting

A palavra é uma junção de man (homem) e interrupting (e interrupção) Em tradução livre, manterrupting significa “homens que interrompem”. Este é um comportamento muito comum em reuniões e palestras mistas, quando uma mulher não consegue concluir sua frase porque é constantemente interrompida pelos homens ao redor.

Em março, um caso típico ganhou a internet: em um painel do SXSW 2015, evento de inovação, música e cinema que acontece todos os anos em Austin, Texas, uma mulher brilhante discutia a baixa presença feminina na tecnologia ao lado de dois homens, igualmente inteligentes. Eram eles o chairman do Google, Eric Schmidt, o jornalista e biógrafo do Steve Jobs, Walter Isaacson, e a Chefe de Tecnologia do governo americano (Pentágono), Megan Smith. E, apesar de o papo ser sobre ampliar as possibilidades para as mulheres, os homens da mesa não estavam dispostos a ceder espaço a ela. Cada vez que Megan Smith tentava fazer uma colocação, era interrompida de forma desnecessária por um dos dois homens:

  • “Sim, Senhora Smith, sei que você pode falar sobre isso melhor que ninguém, mas é que…”
  • “Acho que esta pergunta (da plateia) tem bastante a ver com a área da Senhira Smith, mas eu só queria falar que…”
  • (falando por cima dela) “Sim, Senhora Smith, mas o que vale a pena ser dito é que…”

Esta postura clássica de manterrupting foi tão impactante que uma pessoa na plateia perguntou porque eles não deixavam Megan falar. O público, que estava incomodado, aplaudiu de pé. Outro episódio famoso é o de Kanye West, que interrompeu Taylor Swift durante seu discurso de agradecimento pelo prêmio de melhor videoclipe feminino do MTV Music Awards, em 2009. Ele invadiu a cena para defender Beyoncé, que concorria com ela na categoria. A interrupção começou com o “Hey Taylor, I’m really happy for you and Imma let ou finish” e acabou quebrando a internet, com uma enxurrada de memes. Mas, disfarçado de piada, ali está o machismo. Não apenas por não dar espaço para que Taylor falasse, mas também por ele se expressar em nome de outra mulher, no caso, a poderosa Beyoncé. Desnecessário e agressivo. Com licença, Kanye, mas nós não vamos mais deixar você terminar…
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O termo é uma junção de bro (curto para brother, irmão, mano) e appropriating (apropriação) e se refere a quando um homem se apropria da ideia de uma mulher e leva o crédito por ela em reuniões. Quando colocamos uma ideia, muitas vezes não somos ouvidas. E então, um homem assume a palavra, repete exatamente o que você disse e é aplaudido por isso. Quem já não se viu nesta situação?

Em seu livro “Faça Acontecer”, Sheryl Sandberg, Diretora de Operações do Facebook, convida as mulheres a sentarem à mesa. A serem conscientes de seus lugares e de sua importância na sala de reuniões. Ela explica que somos criadas como delicadas, suaves e gentis, jamais como enfáticas ou assertivas. E quando nos impomos somos vistas como masculinizadas. Não há dúvidas de que isso atrapalha nossa vida profissional.

E este comportamento não é privilégio de algumas áreas. Em todos os mercados funciona assim. Em qualquer sala de reunião. O bropriating ajuda a explicar porque existem tão poucas mulheres nas lideranças das empresas. Além das supostas desvantagens mercadológicas e o preconceito de gênero, ainda servimos de plataforma para o crescimento de colegas homens, pelo simples fato de sermos menos ouvidas e levadas a sério. Garotas do mundo todo, sejamos as donas das nossas ideias!

 

frase-mansplaining

O termo é uma junção de man (homem) e explaining (explicar). É quando um homem dedica seu tempo para explicar a uma mulher como o mundo é redondo, o céu é azul, e 2+2=4. E fala didaticamente como se ela não fosse capaz de compreender, afinal é mulher. Mas o mansplaining também pode servir para um cara explicar como você está errada a respeito de algo sobre o qual você de fato está certa, ou apresentar ‘fatos’ variados e incorretos sobre algo que você conhece muito melhor que ele, só para demonstrar conhecimento. Acontece muito em conversa sobre feminismo!

Um caso bem ilustrativo foi de um comentarista da CNN, ao falar sobre o caso Hollaback!, em Nova York, e mansplaining assédio sexual em locais públicos para a âncora e para a outra entrevistada:

Algumas pérolas selecionadas (com comentários):

  • “Não há nada que uma mulher goste mais do que ouvir o quanto ela é bonita.” (puxa, obrigada por essa informação #sqn)
  • “Se ela não gosta de cantadas, ela que não saia na rua.” (ótima ideia! Não, péra.)
  • “E por que as mulheres simplesmente não respondem pros caras, já que elas não gostam? (Oi, tem mulher que morre por causa disso, amigo. #exausta)

A verdadeira intenção do mansplaining é desmerecer o conhecimento de uma mulher. É tirar dela a confiança, autoridade e o respeito sobre o que ela está falando. É tratá-la como inferior e menos capaz intelectualmente. Talvez você não tenha percebido isso de forma tão explícita no seu cotidiano, mas com certeza agora irá prestar atenção na maneira como seu chefe ou seu marido falam com você, com os elogios desnecessários ou idiotas que você recebe, nas mensagens bobas de parabéns pelo dia das mulheres. Tá tudo lotado de mansplaining.

 

frase-gaslighting

Gaslighting é a violência emocional por meio de manipulação psicológica, que leva a mulher e todos ao seu redor acharem que ela enlouqueceu ou que é incapaz. É uma forma de fazer a mulher duvidar de seu senso de realidade, de suas próprias memórias, percepção, raciocínio e sanidade. Este comportamento afeta homens e mulheres, porém somos vítimas culturalmente mais fáceis. No dia a dia, aposto que vocês já ouviram alguma vez – ou várias:

  • “Você está exagerando”
  • “Nossa, você é sensível demais”
  • “Para de surtar”
  • “Você está delirando”
  • “Cadê seu senso de humor?”
  • “Não aceita nem uma brincadeira?”
  • E o mais clássico: “você está louca”.

O termo gaslighting surgiu por causa de um filme de mesmo nome, de 1944, em que um homem descobre que pode tomar a fortuna de sua mulher se ela for internada como doente mental. Por isso, ele começa a desenvolver uma série de artimanhas – como piscar a luz de casa, por exemplo – para que ela acredite que enlouqueceu.

Um caso recente, ocorrido dentro da marinha americana, foi noticiado pela imprensa: cinco mulheres afirmaram ter sido vítimas de estupro dentro da corporação. Poucos meses depois, todas foram afastadas por problemas emocionais. Outras mulheres relatam casos dentro da instituição. Após denunciar as agressões, ouviram de volta:

  • “Não venha me aborrecer só porque fez sexo e se arrependeu.”
  • “Isso nunca aconteceu. Agora pode ir embora.”

Isso é gaslighting. Uma forma de manipulação que desencadeia um total esvaziamento da autonomia da vítima. Uma ferramenta presente em muitos relacionamentos, que levam as mulheres a abrir mão de suas escolhas, de suas opiniões e até de cuidar da sua própria vida. É desempoderamento, opressão e controle. Algo que não deve ser admitido em nenhuma situação.

Manterrupting, bropriating, mansplaining e gaslighting. Saber que estes problemas existem já é parte importante da solução. Estar atenta aos pequenos gestos cotidianos e transformá-los pouco a pouco farão a sua vida, e de muitas mulheres, melhor.

 

Pequeno dicionário:

#manterrupting: quando uma mulher não consegue concluir sua frase porque é constantemente interrompida pelos homens ao redor.

#bropriating: Quando, em uma reunião, um homem se apropria da ideia de uma mulher e leva o crédito por ela.

#mansplaining:  É quando um homem dedica seu tempo para explicar algo óbvio a você, como se não fosse capaz de compreender, afinal você é uma mulher.

#gaslighting: violência emocional por meio de manipulação psicológica, que leva a mulher e todos ao seu redor acharem que ela enlouqueceu ou que é incapaz.

 


Maíra Liguori é jornalista, publicitária e co-fundadora do Think Eva

Arte: Aline Jorge

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Por muito tempo, fazer algo “como uma garota” foi considerado pejorativo. Infelizmente, para algumas pessoas, isso ainda é visto como sinônimo de fraqueza, vulnerabilidade ou falta de técnica. Nada disso tem qualquer fundamento na realidade e o uso dessa expressão de forma depreciativa está com os dias contados. Após uma linda campanha da Always que valoriza o que é feito como uma garota (#LikeAGirl), a ilustradora, desenvolvedora de jogos e gamer Kaol Porfírio, do Rio Grande do Sul, criou uma série de ilustrações chamada Fight Like a Girl, ou Lute Como Uma Garota. Nela, estão representadas guerreiras famosas da ficção, para provar que as mulheres também podem ser lutadoras impiedosas e inspiradoras.

Em sua página do Facebook, Kaol já desenhou Sarah Connor, Xena, Mulan e Beatrix Kiddo. Ela nos concedeu uma entrevista na qual fala sobre a série e sua experiência como mulher no mundo dos games, cuja famosa misoginia é desafiada diariamente por garotas no mundo inteiro que lutam por seu direito e sua voz em uma indústria que é em boa parte financiada por elas. A convite do Think Olga, Kaol fez uma edição especial do Fight Like a Girl só com feministas famosas. Confira abaixo as ilustras e a nossa conversa com a artista.

Pussy Riot

Como você avalia a participação feminina na indústria dos games na atualidade?

A participação feminina na industria de jogos é muito baixa. Normalmente em cursos de jogos ou de especializando na área as mulheres fazem parte de 5% dos alunos, e acredito que não deva passar dos 20% em empresas. A industria de jogos ainda é bastante nova, eu tenho esperança a presença de mulheres na industria de jogos aumente. Um movimento chamado #1ReasonWhy reuniu vários desabafos de desenvolvedoras de jogos e com eles dá para ter uma grande ideia quao hostil é a área e quanto amor você precisa ter para trabalhar na mesma.

 

Há muitas críticas sobre a forma sexualizada como as personagens de games são retratadas. Qual sua visão sobre essas críticas? São fundamentadas?

A sexualização excessiva e a objetificação de personagens femininas nos jogos não tem nada de diferente de qualquer industria de enterimento focada no publico masculino, muita vezes com a desculpa de ser apenas “fantasia” ou “liberdade do design”. Mas o que realmente acontece é a mulher sendo retratada como um objeto apenas para agradar o publico masculino, ignorando totalmente as jogadoras, que pelos últimos números do ESA, são 48% do publico. Sem falar que na maioria das vezes, as personagens não possuem nenhum valor pra trama, estão ali para “enfeite”. A mulher é, na maioria das vezes, mal representada nos jogos.

Rosa

O que as mulheres podem fazer para poder conquistar mais espaço na indústria dos games, que ainda é entendida como uma indústria masculina?

Vejo muitas mulheres se destacando na industria, isso dá força e encoraja. Na ultima Global Game Jam (evento onde desenvolvedores se reúnem para produzir jogos em 48 horas) o vídeo de abertura do evento contou com um trecho onde a desenvolvedora brasileira Amora Bettany, da Miniboss, trouxe um discuso de desconstrução bastante claro, e acredito que isso tenha atingido muitas pessoas, e quem sabe, feito elas saírem das suas “caixinhas”. Mulheres como ela, mostram que é possivel mudar o ambiente e conquistar seu espaço, sendo um exemplo para as próximas.

 

Você já sofreu algum tipo de preconceito no seu trabalho como game developer? Em caso positivo, por favor nos conte. Em caso negativo, já testemunhou alguma outra mulher sofrer preconceito?

Em um evento de jogos é comum de acontecer das pessoas me ignorarem, acreditando que estou ali apenas para “acompanhar meu namorado”. E essa reclamação não é só minha, veio de uma amiga, em um evento, que se sentiu ignorada em conversas. Eu tento sempre estar com pessoas que me conhecem e que confio, e como game developer, aqui no sul, temos uma associação de devs – adjogosrs -bastante unida, o que me deixa bastante tranquila na área. Já como gamer, a coisa muda. Somos tratadas extremamente mal em jogos online. Escondo sempre minha foto de perfil, minha voz e evito chat. Já fui chamada de muita coisas, simplesmente pelo fato de ser mulher.  Além claro, de cantadas e mais cantadas. É cansativo e humilhante.

 

Gloria Steinem e Dorothy Pitman Hughes

 

Por que você decidiu fazer a série FIGHT LIKE A GIRL? E por que você acha que ela fez tanto sucesso?

Iniciei a “Fight Like a Girl” com o proposito de desabafo, e acredito que muitas mulheres se identificaram com a série pelo mesmo motivo. Meu desejo é homenagear mulheres fortes que podemos nos orgulhar, que mesmo fictícias, inspiram a vida de muitas pessoas. Não havia nenhuma intensão de sucesso. Na verdade eu nunca imaginei que iria ter o feedback que estou tendo com a série. É gratificante e inesperado. Iniciei e publiquei. Em uma semana ganhei mil curtidas e muitos comentários, tanto de elogios quanto de pedidos. Foi então que notei o quanto mulheres se identificaram e precisavam lembram que sim, existem mulheres que lutam!

 

Quais são as próximas personagens a serem retratadas na série? Há pedidos das leitoras? Quem elas querem que apareça?

Existem muitos pedidos, muito emocionantes. Um dos mais pedidos foi da Korra, da série Avatar. Eu não imaginava que uma personagem de uma série pudesse ter ajudado tantas mulheres de tantas formas diferentes. Noto que a maioria são personagens já antigas, como por exemplo a protagonista de Kill Bill e a Xena. A lista ainda está grande e por isso não sei até quando a série vai.

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shosh

Suzana Maria por Singh Bean
Suzana Maria por Singh Bean

Nas artes – como em várias indústrias – as mulheres não são tão representadas quanto os homens. Mas já faz um tempo que existe um contra-ataque pela valorização feminina no mercado. Seja com páginas que divulgam conteúdo na internet (Mulheres em Quadrinhos), seja buscando financiamento coletivo para dar vida a projetos feitos por mulheres (Zine XXX, Magra de Ruim), artistas, ilustradoras e quadrinistas vêm, pouco a pouco, mostrando que existem, sim, e querem sair dos bastidores da indústria.

Nesse caminho, surgiu o projeto Selfless Portrait das Minas, criado pela artista Suzana Maria, de 22 anos. É um grupo fechado no Facebook, exclusivo para mulheres, com mais de 350 membros. As participantes são divididas em duplas por meio de um sorteio e cabe a cada uma desenhar a outra. “Os homens tomam conta do meio da ilustração”, afirma Suzana. “Então essa ideia surge para incentivar mais mulheres não só a desenhar, mas também divulgar seus trabalhos num espaço onde não haverá julgamento.” Dá para entender o Selfless Portrait das Minas como um misto de networking e mentoreamento. A ação fez tanto sucesso que novas participantes não esperam nem mais o sorteio e saem desenhando outras participantes aleatoriamente apenas pelo prazer de fazer parte da ideia.

Outro ponto positivo: o projeto acaba tendo meninas reais como inspiração. Ou seja, corpos que não dialogam com os duros padrões de beleza ganham a arte. “É muito forte aceitar a perspectiva do outro sobre você mesma”, diz Suzana. “E mostramos, uma para as outras, como somos todas lindas em nossa própria individualidade.”

Além disso, o resultado traz uma maior complexidade e profundidade da representação do feminino. Assim como em nas fotos de agências (stock images), muitas vezes as ilustrações de mulheres são baseadas em esterótipos. Faça um passeio pelo Pinterest: há infinitas imagens (deslumbrantes!) de mocinhas carregando sacolas, passando batom, em poses de revista de moda, segurando gatos, admirando arco-íris, mandando beijinho. Mas é dificílimo encontrar representações artísticas de mulheres líderes ou em ações comuns como observar um mapa, usar o computador, dirigir um carro, jogar futebol ou tocar guitarra. E o Selfless Portrait das Minas também preenche essa lacuna tão importante para todas as mulheres, até mesmo aquelas que nunca pegaram num pincel.

***

Nathalia Castro por Karolyne Marchetti
Nathalia Castro por Karolyne Marchetti
Flora Ra por Jessica Kianne
Flora Ra por Jessica Kianne
Letícia Gonçalves por Laura Athayde
Letícia Gonçalves por Laura Athayde
Barbara Avelino por Barbara Gondar
Barbara Avelino por Barbara Gondar
Gabriela Fausto por Beatriz Lopes
Gabriela Fausto por Beatriz Lopes
Gabriele Sória por Roberta Nunes
Gabriele Sória por Roberta Nunes
Katzen Minze por Maíra Coelho
Katzen Minze por Maíra Coelho
Roberta Nunes por Gabriele Sória
Roberta Nunes por Gabriele Sória
Thais Cortez por Fernanda Rodrigues
Thais Cortez por Fernanda Rodrigues
Natalia Matos por Zô
Natalia Matos por Zô
Zô por Natália Matos
Zô por Natália Matos
Carol Nascimento por Larissa Vicente
Carol Nascimento por Larissa Vicente
Paula Campos por Gabriela Ferreira Marques
Paula Campos por Gabriela Ferreira Marques
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Com 24 horas de vida, o projeto artístico 100 VEZES CLÁUDIA chegou a 100 homenagens. É muito especial a sensação de pedir carinho pela internet e de fato recebê-lo. Como as artes não param de chegar, criamos mais uma página para publicá-las. São mais de 200 e-mails na caixa, então peço paciência a todos. Vamos postá-las devagarinho. No mais, obrigada, obrigada, obrigada por dividirem seu amor e respeito à Cláudia Silva Ferreira. 100 VEZES OBRIGADA. E MAIS 100 VEZES CLÁUDIA.

200) MAYARA FREITAS

78

199) PAULO FERREIRA

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198) HAROLDO ELIAS

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197) DOLORES BAHIA

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196) EVANDRO SILVA

73

195) JULIANA SERRA

55

194) ARIENE JORDY

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193) PUPILLAS

71

 

192) DANIELLA BRAZ

70

 

191) TOMAS GUZMAN

69

190) JANAINA FALEIRO

54

 

189) RAQUEL LOPES

68

188) LARA DAMIANE

53

187) MARIA ANTÔNIA, 7 Anos

67

186) MAÍRA GM 

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185) WILSON MELO

66

184) TICIANO ALVES

65

183) PAULA SILVA FERREIRA

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182) FÁBIO FIORENTINO e MIRELLI FERNANDES ROSA

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181) ALISON KENNEDY

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180) BRUNNER MACEDO 51

179) APOLLO MAGNO

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178) KELLY DE FARIAS

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177) LUCIANA MARIANO 59

176) ALYSSA VOLPINI E JULIANNA MOTTER

 

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175) ANA CRISTINA MACIEL

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174) BRUNA SOUZA
claudia 173) ROBERTO BERLINER

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172) MÁRCIO MILMAN

55

 171) KÊNIA ALVES

54

170) JULIANA BARRETTO

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169) RUTH LIMA

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  168) ISABEL SVOBODA

51

167) DANIELA DIAS

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166) BEATRIZ NADAI

50

165) MARCELA WEIGERT  49

164) NATHALIA SÁ CAVALCANTE

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  163) DANY STENZEL

47 Sou Dany Stenzel, atriz, mãe de dois filhos. Sou Claudia. Não sei pintar, mas quis contribuir com a minha homenagem. Fiz uma Claudia Boneca. Com amor.

162) SANDRO MENEZES

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161) CAROL ROCHA

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160) EMÍLIA ULHÔA

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159) THAIS BARROS

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158) FERNANDO CAMPOS 45

157) MARINA LEVY  44

156) JULIANA RODRIGUES 43

155) COLETIVO PINTE E LUTE 42

154) JUNIÃO 41   153) JU CASTELO

ilustra_Claudia4

152) BÁRBARA, DANIEL e LEANDRO  40

151) MAURÍCIO KIFFER  39

150) JÚLIA DOLCE

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  149) CATENZARO

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148) ISAAC GABRIEL

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  147) SARA CERIZ 36 De Portugal, com carinho e revolta.

146) MARÍLIA CABRAL 35

145) CÍNTIA CORONA 34

144) DÉBORA OLIVEIRA 33

143) CECÍLIA SILVEIRA 31

142) LEONARDO LESTRADE 30
141) VINÍCIUS SAVRON 29   140) GUI MOHALLEM 06

139) RAFAELLA NEPOMUCENO 28

138) RAMON CAVALCANTE 27

137) PJ 26

136) SABRINA SANDBERG

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135) JONAS MAIKON

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134) AMANDA GOTSFRITZ 23

133) NELMA GUIMARÃES 22

132) MUHAMMAD BAZILA 21

131) BELA BORDEAUX 05 130) ALESSANDRA CASTAÑEDA
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129) JÚNIOR HOLANDA 19

128) ALINE SCHONS 04

127) ANDRÉIA TOLAINI 18   126) JOÃO BACELLAR  17

125) CHRYSIPPO AGUIAR  16

124) KK FRANÇA 14

123) REYBERTO 13

122) EDVAN LOVATO 12

121) JOANA SOARES 11

120) ANA LIVIA GOMES 10

119) ISLANDIA VIDA BRASIL 09

118) RACH 03

117) ELSON LUIZ 08

116) LUIZA GIMENEZ DE MELLO

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115) MARIA AUXILIADORA FARIAS 05

114) RENAN SILVEIRA 02

113) ALINE TRENTINI

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112) KARINA PÜTZ

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111) ANA HELENA TOKUTAKE

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Encarar os olhos de Cláudia é encarar a tristeza e a indignação, mas ao mesmo tempo me enche de força para agir e tentar criar uma sociedade um pouco mais sensível e menos indiferente.

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claudia02

A mulher arrastada pela Polícia Militar tinha nome – Cláudia Silva Ferreira. Cláudia também tinha família. E sonhos, coragem, dores e medos como qualquer ser humano. As denúncias da barbárie ocorrida são importantes e elas não devem cessar. Mas fugir do sensacionalismo e humanizar esse momento também é. Por isso, nos propusemos a retratar Cláudia com mais carinho do que o visto nos últimos dias.

A convite da OLGA, alguns artistas gentilmente criaram imagens sensíveis, que se dispõe a resgatar a dignidade roubada por criminosos. Este projeto se chama 100 VEZES CLÁUDIA e é aberto para que qualquer um possa enviar suas homenagens. Ou seja, esperamos publicar aqui novas artes com frequência. Quem sabe não chegamos a 100? Por fim, gostaríamos de imprimir algumas das ilustrações e enviar à família de Cláudia. Quer participar? Escreva para olga@thinkolga.com.

UPDATE

Em 24 horas de projeto, conseguimos 100 homenagens à Cláudia! É realmente muito especial essa sensação de pedir carinho pela internet e de fato recebê-lo. As homenagens não param de chegar, então vamos atualizar o post com mais algumas ilustrações. Obrigada a todos que toparam participar, dividindo amor e respeito à Cláudia Silva Ferreira e sua família.

UPDATE 2

Vamos fazer uma exposição gratuita com as imagens do projeto 100 VEZES CLÁUDIA? Quem quiser gentilmente apoiar essa ideia, por favor, entre em contato (olga@thinkolga.com).

UPDATE 3

As homenagens não param de chegar! Criamos uma segunda página para postá-las: MAIS 100 VEZES CLÁUDIA. <3

 

110) AMANDA SALAMANDA

claudia

109) GABRIELA BISCÁRO

Ilustracao_Claudia_Silva_Ferreira_Homenagem

Minha homenagem pra Cláudia é feliz. São meus votos de que ela esteja, agora, num lugar sem dor e sofrimento, mas sim feliz e em paz.

108) FERNANDA GUEDES

SOMOS-TODOS-CLAUDIA-FERNANDA-GUEDES

107) ANA BARCELLOS

papel de parede vintage chic Orlean

106) VANESSA CARVALHO

cláudia

105) PROFESSORA CRISTIANE SCHIFELBEIN E ALUNOS

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marvin

senira

Minha turma de Composição Visual, composta por alunos dos cursos superiores de Design de Produto, Design de Moda, Design Gráfico e Produção Multimídia da  FTEC Faculdades de Caxias do Sul/RS, parou hoje para participar e somar no movimento 100 vezes Claudia que vocês propuseram.
Seguem alguns dos trabalhos dos brasileiros que não querem mais ver e nem viver preconceito de qualquer tipo e se unem para dizer basta!
 
Somos todos CLAUDIA: Ana Ariel, Anderson, Andre, Diego, Edvan, Everton, Francine, Gabriela, Helena, Jaqueline, Kelvin, Lethycia, Lindsay, Luiza, Luiza Q., Marcio, Marvin, Mateus, Matheus, Pamela, Paola, Patricia, Paula, Senira, Shirley, Tainá, Vanderlei.

104) MIKA TAKAHASHI

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103) LUALLA ALVES

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102) LAURA ATHAYDE

todos somos claudia101) ITALO ROCHA

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100) GUI SOARES

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99) FRED BOTTREL

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98) HELENA CARRERAS CABEZAS 

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Eu sou espanhola, porém morando no Brasil. Eu expliquei a história para a minha mãe (ELENA CABEZAS), que mora na Espanha, e ela pintou o quadro  que adjunto. Esperamos poder ter contribuído de alguma maneira.

97) IARA CAPDEVILLE 

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96) EDUARDO BORSERO

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95) MOARA BRASIL

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94) AUGUSTO MIRANDA

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Um dia depois de eu ter completado mais um ano de vida a de Cláudia se dava por encerrado. 

A polícia fez o que faz constantemente: censurar espíritos, espancar necessidades, atropelar a sensibilidade humana (que já está com fratura exposta há tempos), defender quem tudo tem, e até o pouco de quem nada tem, lhe tomar.
 
Nós que ficamos por aqui, no império da truculência física, moral, espiritual só erguemos clamores nesse caso por que houve um “desfile” do terror que fosse fotografado, do contrário, seria apagada mais uma estrela que pouco brilha – mas que tem brilho e calor suficientes para criar quatro filhos e mais quatro sobrinhos – e isso seria o nada-fora-do-normal.
 
Quatro dias depois, o outono chegou e a Cláudia não viu.

93) H. ESTEVAM

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92) LUISA LIMA

Sentimos muito, Claudia

91) MARIANA DE MATOS

Cláudia

90) JULIA BUCHHORN

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89) JOSÉ CARLOS ANGELO (JOTA)

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88) PRC BARBOSA

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87) EZEQUIEL BELCHIOR

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86) JORGE PENNY

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85) ADRIANO DE LUCA

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84) WILSON DA SILVA VITORINO

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83) DIOGO PONTES

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82) NANA MEDEIROS

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81) GUSTAVO LEAL

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80) SILAS MATOS

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Me chamo Silas Matos, negro, pobre, homem de garra, homem, homossexual, que convive diariamente com preconceito, EU QUERO MUDAR essa história. Eu senti a sua perda. Eu estou com você e sua família.

79) FABIANA BATISTA SOUZA

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78) GUSTAVO GONTIJO

Desenho Cláudia

77) RENATO BARROS

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76) FLORIDO LA

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75) ANTONIO ZANON

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74) ESTEVÃO RIBEIRO

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73) MAG BARBOSA

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72) VITOR TEIXEIRA

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Cláudia vive. Solidariedade à família, e paz para todas as comunidades pobres do Brasil. A luta segue.

71) MARA OLIVEIRA

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70) CLARA GOMES

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69) TAYS VILLACA

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68) CARLOTAS

Claudia Silva Ferreira

67) ALEXANDRE REIS

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66) JÚLIA LIMA

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65) CATRACA LIVRE

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64) JORDANA MIRANDA

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63) LUDA LIMA

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A gente se indigna com isso tudo porque realmente deseja o bem. 
Na verdade o que ‘deveria ser’ vai além disso, pois não deveria existir nem tiroteios. 
Mas enfim, para a questão, fico sonhando em como os policiais deveriam ser, realmente, humanos. 
 
Vamos lá, silêncio quebrado e marcha para dias melhores!

62) DANI BRITO

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61) ADRIANA RODRIGUES

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60) SABRINA CRISTINE

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59) DIEGO GUERRA

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58) ESTHER MARIA PASSOS

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E eu que nem sei o que é ser Claudia Silva… E nem sei o que dizer…
Mas uma reverência tem de ser feita. Um não tem que ser dito. E a memória, cravada.

Claudia Silva Ferreira. Um dia ela volta com a força de um milhão.

57) KARLA NAZARETH 

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56) HARETE

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55) COLETIVO FEMINISTA  NON GRATXS

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O coletivo NON GRATXS também vai estar até o fim com as nossas mulheres, irmãs, pretas e periféricas. 

54) DIDI HELENE

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53) DANI SÁ

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52) WILDE ARRUDA 

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Segue minha intervenção em São José do Rio Preto, terça-feira, dia 18. 

51) SAVANA LEÃO FACHONE

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Somos melhores quando juntos.

50) HELDER OLIVEIRA

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49) TALINE SCHUBACH

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48) LEANDRO FRANCIS RIBEIRO

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47) ADRIANA DE AZEVEDO 

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46) ANDRÉA COSTA

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45) INEZ WOORTMANN

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44) CACINHO JR.

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43) SANDRA FARIAS 

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42) GLAUCIA DE BARROS

LUTO

41) FERNANDA DALLES

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40) LUIZ TIMMAIA

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39) BETO EIRAS

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38) FABIELLY LANUSA

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37) LARISSA RIBEIRO

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36) SOUEID

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35) GRUPO CRIOLOS

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34) CAIO VITOR

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33) ALINE ALBUQUERQUE

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Com toda a revolta e ternura. 


31) FERNANDA OZILAK

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30) DAIANY DANTAS

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Também não sou artista. Sou apenas uma pessoa que busca lidar com esse sentimento de perda e de desesperança diante da irracionalidade desta execução. Meu desenho me ajudou a respirar e a abraçar Cláudia, que partiu inocente e despreocupada, rumo à fila do pão. 


29) CARINE SUDER FERNANDES 

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28) VANESSA PREZOTO

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27) MURILO ROMEIRO

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26) PEDRO MAGALHÃES

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25) LUISA AIDAR

Sketches

Oração

Não pode ser em vão
Toda essa violência, essa dor
Tantos bons que se vão
Não é justo ser em vão meu Deus, não!
E vão Cláudia, Amarildo, Severino, João…


24) LUCAS SOUTO

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Sempre que me deparo com situações como essas, que quebram nosso coração e que, infelizmente, são tão corriqueiros em nossos dias, só consigo me lembrar de uma das tantas verdades cantadas pelos menestréis da periferia do Facção Central: “Que porra de país é esse, que mata e prende as vítimas de seu desinteresse?”. Cláudia é a porta-bandeira dessa luta que não pode se calar! Em sua memória uma ilustração de um – também – não ilustrador.


23) ALESSANDRA MOURA

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22) CLÁUDIO RODRIGUES

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21) PAULO GIL

Claudia, esse mundo nao te mereceu!

20) BIANCA BANZATO

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19) MICHELLE MORAES

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Não sou artista e também não sei se o meu desenho será escolhido, mas isso pouco importa, porque sei que esse movimento é uma acalento e uma alerta.


18) NICE LOPES

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Envio minha singela homenagem à esta mulher, vítima do descaso, da falta de amor, da falta de respeito pela vida humana.


17) KEKS PUCCI

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Eu estou um pouco envergonhada de mandar meu desenho porque não sou artista e nunca desenho nada, mas a história de Cláudia me toca demais para não participar. Somos Cláudia da Silva Ferreira. PRECISAMOS ser Cláudia da Silva Ferreira para exigir que se faça justiça.


16) EUGÊNIA SOUZA

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15) MARCELO MESQUITA

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“Não se trata de saudade de alguma coisa que acabou ou pessoa que morreu. É saudade do que está aí vivo, solto e nunca deixou de existir. Se não temos acesso a isso, é por falta de uma batalha maior.” – Elis Regina


14) LUIZA OZILAK

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13) GABRIELA CAMPANER

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12) MARÍLIA NOBRE

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11) TÂNIA RIBEIRO SOARES

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Não sou artista. Sou arquiteta. Desenhar pessoas não é o meu forte. Mas quando vi o post achei importante enviar minha singela contribuição para homenagear Claudia da Silva Ferreira, mesmo que não se publique. Por razões tantas somos diferentes, mas temos o mais importante em comum. 
Somos pessoas. E a vida de uma pessoa é sempre preciosa.


10) LEILA RANGEL DA SILVA

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9) EMERSON DIAS

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8) JÚLIA BORGES

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7) VERA LIRA

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Claúdia Flor Criola, serenidade e força.

6) ANDRÉ PERSECHINI

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5) SARA STORRER

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Nesse desenho, Cláudia é Iansã. Porque no fim das contas, é assim que ela tem que ser lembrada, como Guerreira. Como a força de tantas e tantas pessoas, de tantas mulheres, de quem o mundo parece ter esquecido.

4) TAILOR

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3) CONFEITARIA (criação de Fabiane Secches + Thiago Thomé)

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A gente gostaria de contribuir, ainda que de uma maneira simbólica e muito pequena, para que a Cláudia fosse enxergada e tratada como uma mulher. Como um ser humano. Com respeito. Não como uma coisa, para ser atingida num tiroteio e colocada em um porta-malas, do qual ela ficou dependurada e foi arrastada por 250m.
Embora a gente defenda que seja muito importante que a mídia divulgue essas imagens cruéis e violentas — a gravidade do crime não permite eufemismos, também gostaríamos que, ao menos aqui, neste espaço desta homenagem, Claudia fosse lembrada como a mulher que foi, e tratada com a humanidade que merecia. Gostaríamos que seus filhos se lembrassem sempre de que merecem nada menos do que este tratamento: o de seres humanos. Para isso, nossa inspiração foi o depoimento do seu marido em uma entrevista, que dizia: “Extrovertida, guerreira para caramba, determinada no que queria”.


2) ALINE VALEK

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Fiz algo bem simples, na verdade. Queria fazer algo que representasse a humanidade que não viram e continuam não vendo nela.


1) ANNA MANCINI

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mariane 004

mariane 004

Mariane Bandeira acha que arte é tudo que acontece quando alguém consegue passar o que sente do corpo pra fora – do jeito que for. Ela desenha o que transborda da cabeça, corta meu próprio cabelo, tem um milhão de toc’s, além de um doutorado em procrastinar. Os desenhos são só consequência e prova disso. Você pode ver outros trabalhos no Tumblr Coisas da Morsa.

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revenge

revengePor Lila Cruz

Leia:

Meu desabafo como vítima de revenge porn – depoimento corajoso de Thamiris Sato, estudante da USP.

A luta de uma mulher contra o homem mais odiado da internet – matéria de Jezebel sobre a luta de uma mãe norte-americana contra o dono de um site que publica vídeos íntimos.

END Revenge Porn – campanha contra Revenge Porn.

Pornografia da revanche vindo com tudo – post da Lola Aranovich sobre casos brasileiros.

“Nossa sociedade julga as mulheres como se o sexo denegrisse a honra” – entrevista do deputado federal e ex-jogador de futebol, Romário, que apresentou projeto de lei que torna crime a divulgação indevida de material íntimo.

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gabi

gabi

Homenagem a Gabriela Leite.

Diana Helene (Crocomila) desenha desde que se lembra por gente. Apesar de graduada arquiteta e mestre em planejamento urbano, trabalha com ilustração para livros, cartazes e design gráfico desde 1999. Atualmente, tem seu próprio blog de quadrinhos e lançou seu primeiro livro como cartunista em 2012. Veja mais do seu trabalho na sua página de Facebook, Um Dia Ainda Viro Cartunista

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