Chega de Fiu Fiu

CHEGA DE FIU FIU é uma campanha contra o assédio sexual em espaços públicos.

Quando transformamos em coisa rotineira o fato da mulher não ter espaços privados – nem mesmo serem donas do seu próprio corpo -, incentivamos a violência. E isso NÃO é normal. Vamos reforçar nossa luta contra o assédio, afinal, temos o direito andar na rua sem medo de sermos intimidadas. Para isso, manteremos o debate sobre assédio sexual vivo e frequente. 

Nesta página, vamos publicar material contra a intimidação – ilustrações feitas pela designer Gabriela Shigihara. Divulgue, espalhe, crie oportunidades de debates… Retome sua voz!

Se quiser contribuir com sua história, escreva para olga@thinkolga.com. Publicaremos as opiniões e experiências dos leitores na seção DEPOIMENTOS.

Veja o resultado da nossa PESQUISA sobre assédio.

Nos ajude a mapear os casos de violência contra a mulher com o MAPA CHEGA DE FIU FIU (e saiba como ele funciona)

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(Infográfico com os resultados da Pesquisa Chega de Fiu Fiu por Flávio Bezerra, para a FutureChallenges.org)

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307 thoughts on “Chega de Fiu Fiu

  1. Pingback: Campanha Chega de Fiu Fiu alerta para o possível assédio contido nos “elogios” das ruas | Catraca Livre

  2. Vim pedir “permissão” pra divulgar essa campanha no meu blog e na fan page dele. Não é tão bombada quanto o thinkolga, mas tenho um público fiel que pode contar histórias interessantes.

  3. PARABÉNS pela campanha e iniciativa. É revoltante receber essas ofensas mascaradas de “cantadas”.
    Vou divulgar o máximo que puder!

    Mais uma vez, parabéns.

  4. isso é tão comum hoje que as mulheres acham que é uma coisa normal, e não se sentem ofendidas! Isso pra mim é uma ofensa das graves, tenho nojo, que direito eles tem? eles acham que são o que? não tenho mais paciência!!

  5. Eu acho que podíamos discutir como reagir aos “fius fius”, pois geralmente ficamos revoltadas e temos vontade de virar e mandar o cara para aquele lugar, mas, eu pelo menos, tenho medo justamente da reação deles nessa hora, vai saber o que me espera, e acho que isso é o pior. Além de ter medo de ficar em espaços públicos, temos medo de nos proteger. Como fazer para reagir a eles de forma que realmente cause um impacto e mude a atitude deles?

  6. Eu acho que podíamos discutir como reagir aos “fius fius”, pois geralmente ficamos revoltadas e temos vontade de virar e mandar o cara para aquele lugar, mas, eu pelo menos, tenho medo justamente da reação deles nessa hora, vai saber o que me espera, e acho que isso é o pior. Além de ter medo de ficar em espaços públicos, temos medo de nos proteger. Como fazer para reagir a eles de forma que realmente cause um impacto e mude a atitude deles?

  7. Pingback: Campanha “Chega de Fiu Fiu” alerta para o assédio contido nos “elogios” das ruas | Open City

  8. Pingback: Campanha CHEGA DE FIU FIU | Hoje acordei Amélia

  9. Tenho duas táticas. Uma é quando vejo um grupo masculino e antes que eles falem qualquer coisa eu fico séria, olho para todos e digo um alto Bom dia! Eles ficam intimidados e respondem apenas “Bom dia!” geralmente. Já quando acontece o “gostosa” inesperado, se eu estiver intolerante viro e peço “Respeito! Por favor!”. Não acho que eduque ninguém, mas me alivia.

  10. Ótima iniciativa. Quando eu era mais nova já cheguei a questionar se só eu era “mal-humorada” por não gostar das cantadas de mau gosto que eu recebia (e ainda recebo) quase todos os dias. Depois que comecei a ler blogs de feminismo vi que é algo que incomoda a maioria das mulheres. Estou divulgando em todos meus perfis de redes sociais. Desejo sucesso na pesquisa, e aguardo o resultado!

  11. gostei muito da proposta e gostaria de sugerir que o questionário incluísse mais algumas questões, ouvi já muitos relatos envolvendo mulheres que foram seguidas por homens na volta para casa ( eu mesma já passei por essa situação) estes ficaram constantemente encarando seus peitos ou tentando aproximações forçadas. Nos relatos que eu ouvi o agressor na maioria da vezes não falou com a vítima, não disse nenhuma cantada, nem tentou passar a mão e portanto essa forma de agressão não está contemplada no questionário, sendo, ainda assim, uma das mais violentas.

  12. Sempre achei o FIU FIU um horror.Primeiro pq meu nome não é FIU FIU e o homem que faz isso com toda certeza não tem nada de interessante para conversar com uma mulher.Há exeções,por ex:Um colega passando e dá aquele fiu fiu.E tem os que são caras de pau mesmo faz 1 vez,2,3,4…… até a mulher parar para perguntar qual é a sua cara se toca.

  13. Boa noite senhoritas. Como homem vou dar a minha opinião.
    Nossa intenção não é a de ofender, pelo o contrário. Queremos deixar claro a nossa opinição a mulher a quem dirigimos o noso fiu fiu. O fiu fiu é um bom dia que nós damos às mulheres que melhoram o nossos dias com sua presença. O fiu fiu é um elogia a beleza, simpatia e graciosidade da mulher que passa em nossa frente, seja ela conhecida ou desconhecida. O fiu fiu é automático, algo natural e instintivo no homem. O fiu fiu mostra que percebemos a sua presença e que nos agramos com ela. Enfim mulheres, aproveitem essa homenagem que damos a vocês pois “Muitas só percebam a grandeza do tributo no dia em que o silêncio substituí o frêmito”
    leiam o artigo abaixo e entenderam o que digo. Tenham uma ótima noite e fiu fiu para todas vocês

    http://www.elhombre.com.br/a-maior-homenagem-que-os-homens-podem-fazer-a-uma-mulher/

    • “fiu fiu é algo natural e instintivo do homem”… minha pergunta é: em que estágio da evolução humana você parou? Afinal, a capacidade de frustrar-se e postergar seu próprio prazer é tipicamente humana, e sabe de uma coisa? Você não demonstra isso no seu infeliz comentário.

      A boa educação e a linguagem rebuscada não torna o assédio menos nojento, deixe disso, é vergonhoso!

    • se você acha q é tão inocente, não custa nada refletir se as mulheres que estão recebendo o seu fiu-fiu realmente estão gostando, não é?

    • O melhor a se fazer é guardar o “FIU FIU” pra você mesmo, oras. Pra que e por que os homens se vêem no direito de exibir sua “opinião” com o corpo alheio? É desagradável, invade o espaço da outra pessoa. De achar muita gente bonita por aí, nós mulheres, também achamos. Mas nem por isso vamos dar um “FIU FIU” para um cara só porque achamos ele gostoso, bonito, “alegra o dia” e todo esse blá blá blá, caixinha de fósforo, conversa pra boi dormir.

    • Não, você é burro, cara, que loucura. Como você é burro. Que coisa absurda. Isso aí que você disse é tudo burrice, burrice, eu não consigo gravar muito bem o que você falou porque você fala de maneira burra.

    • Não importa como você acha que a homenagem deve ser feita, e sim como isso afeta as pessoas “homenageadas”, como disse a minha colega Fernanda, seja um homem, não um animal, e a cumprimente como um homem, e com educação, não enviando um sinal ERRADO.

    • Já morei no exterior e posso dizer que esse comportamento era raro por lá, pq era realmente tratado como algo sério e até dava cadeia. Isso é típico de sociedade machista e é intimidador. Se você quer elogiar alguém, existem outras formas mais respeitosas. Nunca vi mulher nenhuma que se sinta bem com isso, geralmente o sentimento é de medo.

    • Bom, agora que você sabe o que pensamos da sua “homenagem”, que tal repensá-la?
      E quando um amigo homenageia a sua irmã, você acha lindo também, acha que ela deve ficar agradecida?

    • Haja “alquimia” pra transformar um assédio em agrado. Cara, é tão difícil entender que, se ofende, vc não deve fazer? Para de ser tapado e leia a opiniao das mulheres que estao escrevendo, alias, eu estou espantado com a paciencia que elas estão tendo em explicar pra certos boçais como elas se sentem. Eu – que tive a mesma merda de educação machista que vc – tb tenho vontade, às vezes, de dizer pra alguma mulher que ela é linda (não sei dizer se esse impulso existiria caso não houvesse machismo), mas felizmente eu resolvi RESPEITAR A OPINIÃO das mulheres que eu conheço e percebi que deveria guardar minhas impressões sobre desconhecidas para mim (ou se houver um contexto e, mesmo assim, tenho muito medo de ofender e sempre busco dizer da forma mais respeitosa possível, pq um dos piores xingamentos que eu poderia receber é “machista”). E o texto que vc indicou é ridículo, não li o livro do Kundera, mas imagino que vc tenha se referido à auto-estima das mulheres. Cara, não vou explicar o que várias das leitoras aqui ja disseram: elogio é diferente de assédio verbal. Vou te dar um argumento mais “estatístico”: se a maioria das mulheres diz que se ofende com isso (a pesquisa proposta aqui é uma ótima iniciativa para verificar as proporções) e você usa UM exemplo de UMA mulher em UM LIVRO pra sair distribuindo seus ” ” elogios” “, ou você não entende nada de quão irrisória é a probabilidade de seu assédio ser considerado um elogio, ou, o que me parece mais provável, você tá pouco se lixando caso venha a ofender uma mulher. Força aí pras mulheres!! Agradeço pela paciência em explicar a visão de vocês, pena que a maioria dos homens não dê a devida importância… ainda (tenho aprendido muito com vocês e auto-criticado o que ainda carrego de machismo).

    • A imensa maioria das mulheres da pesquisa, mais as mulheres que estão aqui comentando os resultados, dizem que se incomodam, sentem medo, se sentem desrespeitadas, ameaçadas e sem liberdade de andar em paz e se vestir como quiser na rua. Então, quem é você, homem, para ainda assim achar que deve sim “elogiar” uma mulher na rua?

  14. faltou perguntar o sexo da pessoa q está respondendo o questionário… afinal, homens e mulheres terão experiências bem diferentes, imagino.

  15. À Estev Alquimista, veja bem, se você admira uma mulher, que já conheça e quer que ela saiba que ela alegra seu dia, a cumprimente como um ser humano, num diálogo, porque nós dialogamos sabe!?, não somos bibelôs “Bom dia! Você esta linda hoje!”. Pronto! Sem falar que seu conceito vai subir muito!

  16. Pingback: A Semana: 02/08 – 08/08

  17. em assédio sexual não há sexo e, sem sexo, acabou-se a humanidade (a ideia não é de todo má)… Não sou de assoviar para ninguém, mas tampouco acho adequado limitar a comunicação dessa maneira. Se um sujeito quer chamar atenção assoviando, me parece que ele tem esse direito, e se alguém se ofender com isso, também me parece um direito. Transformar uma atitude inofensiva numa ofensa grave por decreto, isto já me parece um equívoco.

    • “limitar a comunicação”?

      não há comunicação se são pessoas que não se conhecem e uma delas força uma interação baseada apenas no conhecimento mútuo das diferenças físicas sexuais entre os “participantes” (e na desvantagem feminina).

      “é mulher, eu tenho que poder pegar. se eu não puder pegar, vou pelo menos dizer que é gostosa, ela vai saber que só de andar na rua alguém quer pegar”. como se a mulher só existisse em função do homem e como se fosse absurdo cogitar que ela não quer ser lembrada do seu papel sexual enquanto anda pela rua lidando com outros aspectos da sua vida.

      não é inofensivo intimidar as pessoas na rua, é ofensa grave sim.

    • Diego, acho que você não entendeu bem a proposta da campanha. Ninguém está se sentindo intimidada apenas com um assobio. Mas é algo realmente desagradável andar na rua e ter que ouvir um “bucetona” babado na tua orelha sem poder se defender, ou ficar com medo do que mais, além da ofensa verbal, você pode sofrer se responder. Experimenta ser mulher por um dia.

    • Falou pouco, mas falou merda.
      A sexualidade humana é, sim, violenta. Mas dizer que abuso sexual é a base dela… meu deus. Que viagem. Seguindo esta mesma genial linha de pensamento, prevejo sua pessoa dizendo que pedofilia é totalmente justificada como “iniciação ao maravilhoso mundo do sexo”.

      O sujeito não tem direito de assoviar acintosamente. Ele se dá essa liberdade, o que é muito diferente. E ele se dá essa liberdade com base na crença de que a mulher, em geral, existe para seu bel prazer. Que se ela está na rua, ele tem o direito de opinar sobre sua aparência. Uma noção totalmente equivocada e objetificante de outro ser humano, o que é inaceitável.

    • Você acredita que seria liberdade de comunicação um desconhecido ter direito a chegar na senhora sua mãe e falar que chupava ela todinha?
      Alguém apalpar sua irmã, ela se ofender, e ele falar que ela é uma vagabunda por não se engraçar com um estranho?
      Você falaria pra sua esposa que foi “só um elogio” se ela chegasse em casa falando sobre como se sentiu vulnerável ao passar na frente de uma obra e homens não só mandarem um “fiu fiu”, mas secarem ela com os olhos, ela se sentir desconfortável e perceber que não há nada que possa fazer pra ser respeitada e manter sua integridade e moral em bom estado?

      Colega, não é só o fiu fiu. É o fiu fiu, vocabulário pesado, a mão “boba”, tudo isso vindo de alguém que você nunca viu na vida. Cadê respeito à dignidade humana antes dessa liberdade de “comunicação”?

  18. Acho que estão faltando preocupações mais importantes, hein!! Acho que seria melhor vcs entrevistarem as mulheres que vivem nas vilas, nas favelas, debaixo das pontes, etc e nem precisa ir tão longe. Vão lá ver a realidade da maioria, pra constatar se o fiufiu é um real motivo de preocupação e indignação na vida delas…

    • Djow, uma problema não minimiza outro e um sofrimento não invalida outro. Vamos colocar um exemplo bem simples pra deixar claro? Criticar alguém sofrendo com a morte de um amigo porque sua vó morreu e você acha que sofreu muito mais. Ridículo, né?
      Em segundo lugar, as mulheres das “vilas” e que sofrem por condição social são tão vítimas desse tipo de machismo quanto qualquer outra mulher que eventualmente ocupa um espaço público. Essa é uma reivindicação de todas nós e tentar invalidá-la é só mais um jeito de fazer seu machismo de otário prevalecer e manter sua crença de que só porque um ser humano é do sexo feminino, deve aturar ser desrespeitado.
      Você não ia gostar se uma mina passasse por você e dissesse “aew, ce é feio PACARALHO”. A gente também não gosta que as pessoas que passam pela gente na rua façam comentários sobre nossa aparência.
      Cantada não é elogio, é assedio. E a gente não gosta, não aceita e vai botar no devido lugar quem faz isso.

  19. Vejo que boa parte dos homens não entende ou ignora essa reclamação feminina do assédio nas ruas. Nas baladas e em lugares fechados, esse assédio as vezes toma contornos ainda mais agressivos. A questão é muito simples, bastaria os homens responderem a seguinte pergunta: “como você se me sentiria se fosse assediado por outro homem, da mesma forma que faz com as mulheres?”. Pronto, você entendeu agora como as mulheres se sentem.

  20. Pingback: Como podemos combater o estupro outras violências | Hoje acordei Amélia

  21. Surgiram comentários bem bacanas. Realmente reprimir o fiu fiu não é legal, mas saber como ele é recebido é deixar a ignorância de lado. Eu faço fiu fiu para o meu namorado constantemente e ele pra mim e sabemos que gostamos, já de um desconhecido é assustador, porque é desconhecido, não sei o que se passa na cabeça da pessoa e como ela é. Ao André devo dizer que sim, existem problemas “mais graves” nas vidas das mulheres da favela e mesmo na minha vida, e pra algumas mulheres um fiu fiu até pode alegrar o dia, mas a raiz do problema é mais embaixo e as discussões infinitas.

  22. Olá. Escrevi esse texto no meu blog há alguns meses. Acho que cabe bem pra discussão:

    “Nossa, que linda”
    “…”
    “Psiu… Psiu”
    “…”
    “Smack”
    “…”
    “Ô lá em casa”
    “…”
    “Huuuuum”
    “…”
    “Que delícia, hein?”
    “…”
    “Ei… Ei… Moça, é sério, olha aqui… Gostosa”
    “…”
    “Por que essa cara amarrada?”
    “…”
    “Sabe o que abriria um sorriso nesse rostinho lindo?”
    “…”
    “Minha mão apertando essa sua bundinha, ou meu pau…”
    “Não. Sabe o que abriria um sorriso no meu rostinho lindo?”
    “O quê? Fala, eu faço qualquer coisa, gatinha”
    “Eu te dar uma surra. E depois você levar um chute de cada mulher que já abordou desse jeito. Isso abriria um sorrisão no meu rostinho lindo”
    “Nossa, eu tô aqui te fazendo um elogio e você me vem com toda essa violência? Tá se achando, hein? Você nem é tão gostosa assim. Ei, filha da puta. Volta aqui. Você é sapata, moça? Vem cá que eu corrijo isso também.”

    Foi aí que eu voltei, dei um jab pra desviar a atenção do cara e, quando ele se afastou pra escapar do soco, levou um chute no saco que nem sabe de onde veio.

    Quer dizer, foi aí que eu me imaginei fazendo isso.

    Seria a primeira vez, desde meus doze anos (quando comecei a ser abordada na rua por idiotas), que reagiria a esse tipo de coisa.
    Se tivesse acontecido, eu poderia dizer que reagi porque ele passou dos limites quando começou a falar da minha bunda, ou antes, na verdade, quando me abordou sem meu consentimento. Eu poderia dizer que reagi porque enquanto existirem homens que tratam as mulheres desse jeito será preciso erguer bandeiras e lutar por respeito. Eu poderia dizer que reagi por mim e por todas as mulheres que conheço. Eu poderia dizer que reagi porque precisei morar em Santiago de Compostela pra perceber que ouvir essas coisas na rua não era normal.
    Mas eu simplesmente continuei andando enquanto ele dizia barbaridades cada vez maiores.
    Eu não reagi porque ele poderia ter uma arma e minha vida vale bem mais do que isso. Eu não reagi porque não preciso descer a esse nível.
    Me controlei enquanto ele me xingava e dizia que era disso que ele gostava, de me ver fugindo feito “mulherzinha”.
    O mais triste disso tudo é que o machista não percebe que qualquer “mulherzinha” do mundo é mais homem do que ele.

  23. Acho que o fiu fiu ainda é o de menos, fico revoltado mesmo quando chamam de gostosa, peituda e coisas piores. Quando vejo uma mulher muito bonita realmente alegra o meu dia e algumas vezes ate a elogio com “voce é muito bonita”. Mas na maioria das vezes nao faço nada pq nao convem a situacao e acho extremamente vulgar ficar “paquerando” toda mulher bonita da rua. Se o homem quer tanto chamar a atencao acho que a boa piscada de olho é sempre uma pedida! Isso vale para as mulheres tbm!

    • Bernardo, acredite: o fiu fiu NÃO é o de menos. Às vezes, só um jeito de olhar é mais ofensivo que qualquer palavra, e me deixa até com medo do cara.

  24. Não é só um Assédio, é uma falta de RESPEITO. A mulher não é um Objeto Sexual. Não merecemos andarmos na rua e sermos vistas da cabeça aos pés, sermos olhadas de maneira mais vulgar, sermos apontadas e chamadas de diversas palavras que nos ofendem, porque somos esposas, mulheres, mães, solteiras, temos que ter direito de sermos vistas com vaginas deambulantes.
    O machismo ofende.

  25. Não é só um Assédio, é uma falta de RESPEITO. A mulher não é um Objeto Sexual. Não merecemos sermos apontadas e chamadas de diversas palavras que nos ofendem, porque somos esposas, mulheres, mães, solteiras. Temos que ter o direito de NÃO sermos vistas como vaginas deambulantes.
    O machismo ofende.

  26. Pingback: “Já recebi ameaça de estupro”, diz jornalista que luta contra assédio sexual em lugares públicos | Donny Silva

  27. Falta muita ordem e progresso no Brasil, o problema esta nesse machismo e ña cultura da mula melancia, jaca e todo esse povinho de 3o mundo

  28. Eu acabei de ler a reportagem de Karin Hueck na revista Época sobre isso. Como tudo que se publica nesta revista eu demoro para acreditar , vim checar as informações na internet. Sou um homem muito bonzinho. Acho que nunca fiz um fiu-fiu na minha vida. Sim, as mulheres não gostam mesmo, concordo com o site, com a Karin e com a revista Época. Elas não gostam de assédio, isso é verdade. Elas acham as cantadas algo grosseiro realmente.

    Sim, é… mas elas acham tudo isso apenas dos homens feios! Estou falando no caso das brasileiras, que é a realidade que mais conheço. Se o fiu-fiu partir do Mateus Solano ou do Malvino Salvador, ahhh aí, sim, ui… Ou então se o carinha safado, na rua, meio que parecer com eles (terno e gravata, jeitão de sujeito corporativo), ah, aí tudo bem. O Didi Mocó, que tem cara de peão de obra, aí é assédio sexual, manda prender. Pena de morte! E se for negro? Xi, piorou! Como eu estou mais para Didi Mocó, não ouso, nunca ousei, nem ousarei nem sequer sentar perto de uma moça mais ou menos bonitinha no metrô. Nem cumprimento a bela vizinha do apartamento ao lado do meu quando ela entra no elevador, porque esse lance aí que vocês estão levantando não é novo. Posso ser acusado e processado faz tempo.

    Eu vou aderir à campanha do fiu-fiu zero com vocês porque sempre fiquei na minha mesmo. Mas que tem umas moças bem hipócritas, demagogas e sem vergonha na cara, ah, isso tem! Façam pesquisas usando as variáveis beleza e riqueza. Falar de “cantada de homem” é muito genérico, e a primeira coisa que vem à cabeça das moças é o pedreirão sem dente falando sacanagens. Use o fator Solano, o eixo Pitt, a tangente Malvino, a variável CAIO CASTRO para ver se a campanha não dá uma reviravolta.

    _ Você se importaria de receber um fiu-fiu da variável X, Y, Z? – perguntaria a pesquisa.
    _ Claro que não! Adoro! Vem X, Y, Z juntos que eu tô facinha!!!! Quero muito mais que fiu-fiu!!!! – responderia 90% das moças.

    Sei…

    • Um homem jovem, bonito, de terno, passou por mim na rua e disse: “te chupava toda, enfiava a mão em você toda, enfiava mão no seu cu…” e continuou andando. Você acha que eu parei e disse “vem que eu to facinha”?
      1/2 hora depois eu parei de tremer. Acho que não senti nem medo, foi mais nojo mesmo.
      Numa balada eu estava passando e um cara alto, lindo, esticou o braço para me pegar pela cintura falando “não vai não, fica aqui meu amor, te mostro como fazer gostoso”. Passei por baixo do braço num reflexo e sai. CORRENDO.
      Não é a beleza, ou a falta dela, que define quando eu estou “facinha” ou quem vai me ensinar a fazer qualquer coisa gostosa.
      Você tem irmã, mãe, namorada, amiga? Pergunte a elas a diferença entre abordagem e assedio. Você acha, de verdade, que gostamos desse tipo de assedio de quem quer que seja? Sinceramente, pode vir até do meu próprio noivo que, se não for feito com RESPEITO, não tem graça nenhuma. A diferença é sutil, principalmente pros homens, eu sei, mas faça uma forcinha que dá pra perceber, ok?…

    • Olha, não sei quais foram seus dados de pesquisa e o seu parâmetro pra dizer que é “bonzinho”. Mas eu me incomodo tremendamente inclusive quando o autor da cantada é gatinho, inclusive deixo de achar graça no cara. Existem formas melhores de aproximação. E vocês sabem perceber quando a mulher está ou não dando abertura para o “elogio”.

    • O machismo nao tem cara.. O assedio nao é romantico, é violencia. Nao vou nem entrar em detalhes porque essa sua argumentacao é muito fraca. Mas só cabe dizer que a violencia é intoleravel, e se alguem se sente agredido entao o homem tem que mudar sua formacao e se libertar. Porque sim, nao existe coisa mais libertadora do que quebrar a barreira do machismo

    • Acho que Dani definiu bem. Há abordagem e há assédio. Alguns caras acham, baseados em algum episódio ímpar em suas vidas, que vão ganhar uma menina bacana com cantada de pedreiro. Há as que gostam? Sim, e felizmente é a minoria. Ou espero que seja. Pelo menos no meu habitat isso não rola.

  29. Pingback: Chega de Fiu Fiu: resultado da pesquisa | Olga

  30. Meu irmão encontrou o blog e me indicou porque ele é testemunha dos anos que eu me incomodo com isso e do quanto é complicado debater isso em alguns grupos.

    Uma boa parte das pessoas acha primeiramente que você é nervosinha/mal-comida. Outra parte acha que você está “se achando” (infelizmente algumas mulheres também pensam assim) e uma outra parte acha que o mundo tem problemas mais “sérios” pra resolver. Poucas pessoas encaram isso como um problema e olha, por mais que eu não concorde, dá pra entender. Elas foram criadas pra ignorar esse assédio. Minha mãe fala até hoje: Não estressa, finge que não ouviu…mas eu ouvi, não gostei e não vou ter um câncer por ficar guardando minha ira. Por que devo poupar esses doentes?

    Eu aos 13 anos vi um senhor me abordar na rua se masturbando de forma doentia. Eu nunca tinha visto um pênis na vida até então. Foi traumático. Eu voltei pra casa correndo, chorando e com a placa do carro daquele homem gravada na cabeça (a qual nunca esqueci, e olha que naquela época ainda era placa amarela).

    Fiquei feliz em ler alguns relatos de pessoas que não se calaram. Acredite, a maioria esmagadora desses homens nunca espera uma reação da mulher. O constrangimento volta pra eles de um jeito inesperado. Eles fingem que não falaram nada, olham pro céu, dizem que estavam falando no celular, ou respondem quase que infantilmente que não falaram nada. Nesses 20 anos que revido essas palhaçadas, não me lembro de nenhum homem me enfrentar. Todos ficaram mais frágeis que eu inicialmente estava.

    Não tem duas semanas que eu estava voltando pra casa e um pintor de um comércio já próximo da minha casa ao me ver, parou o seu trabalho, esperou eu passar perto e começou a bater palmas (sim, parecia um idiota). Eu parei e perguntei: é meu aniversário? Ele: não, parabéns, vc é muito linda! Eu: não perguntei sua opinião. Ele: calma moça, só tô elogiando (e começou a ficar preocupado porque as coisas tinham saído do controle dele e o dono da “obra” podia aparecer e não ia ser nada bom). Eu disse: olha, se você acha que isso que você fez foi elogiar, te digo que não foi. Elogio só o meu marido pode fazer. Todo resto não passa de assédio. Eu não te conheço, sua opinião não tem nenhuma importância pra mim e eu passo aqui todos os dias. Que tal se você a partir de hoje fingisse não me ver mais? Ele: Desculpa.

    No dia seguinte passei e ele estava em frente à obra com outro pintor. Ambos fingiram que não me viram. Algumas amigas me disseram: “você é louca!” ou “ele pode te fazer algum mal”. Mal? Ele já tinha me feito mal e o medo de algo pior acontecer é o que bloqueia a maioria das mulheres de reagir e faz com que eles entendam que a gente acha ok ouvir obscenidades na rua. Não é ok e eu não deixo barato.

    Desculpe homens que vieram aqui e disseram que é instintivo, que estão fazendo um elogio, mas isso é um papo tão furado que chega a ser constrangedor. Sempre me pergunto: esse povo gosta que suas mulheres (mães, irmãs, esposas, filhas) sejam “igualmente elogiadas” por homens que estão “somente dizendo o quanto elas são lindas, peitudas e o que fariam com ela sexualmente?”

    De repente, instintivamente, as mulheres podem começar a não ignorar mais esse assédio…e eu realmente torço pra que isso aconteça.

    Parabéns pelo blog! Eis um assunto útil e pouco debatido na internet.

    (desculpe o texto longo)

    • Gosto muito de ler aqui exemplos de mulheres que conseguem realmente revidar na hora que acontece algo ruim….. Na minha vida ocorreram vários fatos … desde a infância até hoje….. milhares (e vocês mulheres sabem que não é mentira minha)….. há 3 anos eu voltando do trabalho e resolvi passar na casa da minha avó (eram 17:30)…. eu estava de vestido e ouvindo música com o fone de ouvido e não ví o cara se aproximar….. ele, com as duas mãos, apertou minha bunda e levantou o meu vestido…. até meus seios…. Fiquei sem roupa…. dos seios para baixo….. eu fiquei completamente nervosa na hora… e o cara saiu correndo… antes que eu pudesse fazar algo…. ali próximo havia um bar… cheio de homens bebendo….. me senti muito humilhada…. cheguei na casa da minha avó nervosa… e p… da vida… e quando comecei a contar o que ocorreu comecei a chorar muito…. foi uma sensação horrível…. e o pior é que isso sempre acontece…. minha reação é ficar p… da vida e nada fazer ou apenas xingar pra mim mesma…. mas depois desse episódio passei a mudar completamente minha reação….

    • Oi, Laila!
      Gostei muito do seu depoimento. O medo é a principal barreira para as mulheres revidarem essas grosserias cotidianas.
      Seu depoimento me deu força! Revidarei e espero que outras também o façam!

      Obrigada!

      • Cris, vc disse tudo: o medo é a principal barreira para as mulheres revidarem essas grosserias. E eles sabem que elas não reagem e isso os deixa ainda mais à vontade pra sair discursando o quanto eles são predadores (do ponto de vista deles, claro).

        Eu não vou almoçar em casa, mesmo morando na rua de trás do meu trabalho, sabe por que? Porque é o pior horário pra sair na rua. É a hora que você ouve mais absurdos. Eu geralmente venho e vou embora sem grandes problemas pela manhã e no final da tarde, mas por alguma razão a hora do almoço é crítica. Hoje mesmo precisei sair e um episódio como tantos relatados aqui aconteceu, com a diferença que eu perguntei em alto e bom tom: FALOU COMIGO? E o cara seguiu andando, apertando o passo e pra dar uma disfarçada melhor, atendeu até um celular que não estava tocando. Engraçado, né? São tão falastrões quando supõem que somos inofensivas, mas é sebo nas canelas quando a gente reage, afinal, sei lá, se eu reagi ele pode supor que eu não esteja sozinha como ele achava, ou que eu esteja armada, ou que ele pode estar mais em perigo do que eu, ou que eu conheço a mulher dele, ou que eu sou mulher de algum traficante poderoso, sei lá. Em outras palavras, não passam de uns covardes.

        Eu não uso salto quando estou sozinha na rua por dois motivos: primeiro, pra não chamar atenção (a ilusão de poder parecer invisível se eu parecer menor, menos feminina etc). Segundo, eu posso correr mais rápido se eu precisar. Eu posso precisar correr de um agressor, mas também posso precisar correr atrás dele, quem sabe. Salto? Só depois que eu já estou sentadinha na minha mesa no trabalho.

        Eu também não ando de cabelo solto na rua. Motivo? Com o cabelo escondido num coque, talvez eu não escute uma obra inteira gritando “ô loirão” chamando a atenção de outras pessoas que eu tinha conseguido passar despercebida (mais uma vez o sonho de parecer invisível). Quase nunca funciona, mas sei que com o cabelo solto é infinitamente pior.

        E não, não sou linda. Estou fora de forma, meu cabelo tá longe de ser lindo e balançante. Moro numa cidade praiana, em que as pessoas estão acostumadas a se vestir com menos roupas e isso só comprova que não importa se você é bonita, feia, gorda, magra, alta ou baixa, se está toda coberta ou se resolveu usar um short nesse calor infernal que faz na cidade. Não importa se você está passeando com seu cachorro ou carregando seu bebê recém-nascido nos braços enquanto ainda sente as dores do parto. Alguém vai achar que é ok te “elogiar” e outras pessoas ainda vão achar que você não deve se incomodar com os “elogios”. Muita coisa ainda precisa mudar, mas esse blog me fez ter esperança nessa luta.

        E pra quem tem medo de revidar, intimar ou questionar o agressor, comece parando de olhar pro chão. Olhe pra frente e não se apavore. Essas pessoas se alimentam do seu medo. Quando mais você se mostra acuada, mais eles se divertem. Se não tiver coragem de encarar, ao menos olhe pra cima e vá em frente. Força pra todas nós!

        Te desejo sorte, Cris, pra que você consiga revidar quando achar que é possível.

    • Eu revido quase sempre – principalmente quando estou de mau humor, quando a ÚLTIMA coisa que preciso é de um tarado invadindo meu espaco e me constrangendo.
      Quando alguém faz algum comentário, encaro o homem – eles nao esperam isso na maioria das vezes, olham pra outro lugar, como se nao fosse com eles. Isso mostra como sao covardes. Encaro: “algum problema?”
      Na maioria das vezes dou o dedo do meio, o que nao é nada demais comparado ao que eles fazem – e algumas amigas minhas ficam chocadas simplesmente por eu fazer um gesto ofensivo em resposta! “Que isso, menina!” eles fazem.
      Alguns homens nao tem nocao. Um vendedor de uma pizzaria do LADO da minha casa veio me assediar. Compro naquela pizzaria desde crianca. Aquele homem vai no meu prédio. Conhece minha família.
      Responder é a forma de mostrar que NAO, isso nao é normal, e esses safados tem que parar de achar que “nao vai dar em nada”.

      • Nossa, muito bom, gostei demais, eu sempre continuo andando, e pensando que aquele homem á frente é filho de Deus e não vai mexer comigo (minha mãe me ensinou a mentalizar), geralmente dá certo, mas uma vez, com 17 anos, eu estava indo pro trabalho a pé, com tenis, blusão de frio, e cabelo preso, um homem parado na calçada se virou e me deu um tapa na bunda!!! Juro! Foi muito rápido, me enfureci, e xinguei muuuito alto todos os palavrões que eu sei! A reação dele? – Nossa, chiiiiiuu não fala nada, não grita! e saiu apertando o passo com medo do meu escândalo! Liguei pro meu namorado que veio o mais rápido possível, mas o cara sumiu… eu não sou á favor da violência, mas meu, ele deu um tapa na minha bunda! Eu torci pra gente encontrar aquele cara, ele ia ver… Fiquei sonhando com um tapão bem dado que eu ia dar na cara dele (depois da lição do meu namorado claro). Hoje em dia, mexeu, eu olho bem pro cidadão, com uma cara bem feia mesmo, tipo fala alguma coisa de novo pra ver a vergonha que você vai passar… Não tenho medo mais. Tenho revolta desses pervertidos. Acho que a personalidade forte vem do nome Layla/Laila mesmo HAHAHA.. Chega de Fiu Fiu!

      • Grazi, de todos que me incomodam profundamente com esse assédio, os que me causam ainda mais revolta são aqueles que sabem que você é da região/frequenta aquele comércio/mora ali do lado. Quando era mais nova todo dia ao chegar do trabalho um entregador que trabalhava num auto-peças na esquina da minha casa falava alguma gracinha. Eu, por morar ali (e saber que ele sabia disso) tinha medo de represálias. Um dia ele ultrapassou todos os limites da escrotice e eu entrei berrando no comércio (cheio de homens, que ficaram me olhando como quem pensa “louca”) dizendo que estava de saco cheio de todo santo dia ter que ouvir gracinhas do dito cujo. Nunca mais o vi, mas confesso, fiquei com medo porque na época meus irmãos eram pequenos e eu ficava apavorada pensando que algo poderia acontecer a eles.

    • Layla, embora no meu caso o Laila seja apenas um nick, adorei saber que você não se cala. É o que eu digo: reaja e você vai ver um homem mais apavorado que você. Se todas as mulheres (ou a maioria) passar a responder, eu consigo ter um pouco de esperança que esses escrotos pensarão duas vezes antes de sair falando abobrinhas pras mulheres.

      E óbvio que, antes que entendam mal, nem sempre é possível reagirmos. Eu sou meio sem noção, eu encaro, eu sigo (só pra devolver o gostinho de medo que alguns gostam de causar nas mulheres), tiro fotos, peço pra repetir a gracinha porque quero gravar no celular e nunca nenhum homem me enfrentou, mas aí é por minha conta e risco. Pra quem tem vontade de revidar, eu digo, dentro do seu limite de segurança, experimente um dia dizer bem alto: VOCÊ PODERIA REPETIR O QUE DISSE? E verá alguém que provou do próprio veneno chamado constrangimento.

  31. ” Uma mulher não poder sair sozinha, caminhar pelas ruas em horários impróprios, entrar em certos lugares sem a presença de um homem, usar roupas inadequadas, tem que sempre andar de cabeça baixa, não olhar para os lados, e quando um homem te molestar a culpa sempre tua, porque de alguma forma tu deste motivos, pediu para isso acontecer, a mulher sempre e culpada”. Foi o que mais ouvi durante a vida, .

  32. Pingback: Campanha ‘Chega de Fiu-fiu’ alerta para a realidade do assédio público | Amor e Sexo.ORGasmo

  33. Pingback: Campanha do Fiu Fiu: Resultados da pesquisa | Hoje acordei Amélia

  34. Muito legal essa iniciativa, inicialmente, parabéns!

    Esse tema tem pouco debate no Brasil, mas sempre me interessei pois me incomoda muito ter que pensar no que vestir, o comportamento que se deve tomar quando uma mulher sai de casa. O assédio sexual de rua ou ‘street harassment’, é algo que incomoda à toda e qualquer mulher. Esse pensamento sórdido de uma parcela de homens que acham esse tipo de comportamento ‘um elogio’ tem um quê de doença.

    Na semana passada, parei pra ouvir a música hit nas rádios ‘blurred lines’ do cantor Robin Thicke, e é totalmente um hino do estupro e do assédio sexual. Tratando mulheres como objetos sexuais, sem voz e sem poder de defesa. No clipe é possível ver vários momentos em que as modelos, despidas, fazem caras de tristeza sobre os versos da música. Provavelmente, toda mulher já sofreu um tipo de abuso na rua, e, graças a muitas reivindicações ao longo dos anos, algumas mudanças já são vistas, mas mudança total sobre tal assunto, não boto minha mão no fogo que irá se estabelecer uma sociedade sem preconceitos e que veja a mulher como um par igual, INFELIZMENTE.

    Mas não custa nada abrir minha boca toda vez que algo me incomoda, e quando eu percebo que meu ponto de vista (igual ao de muitas) deve ser defendido. Quem sabe em gerações futuras (bem distantes dessa em que estamos) a coisa não mude? Assim espero um tratamento digno para minha tatatatatatatatatataraneta..

    Conte comigo! :)

  35. Bom, acho que uma boa campanha seria os pais (e mães) dizerem para os garotos: “Não dê uma cantada que você não gostaria que a sua mãe ou irmã ouvissem”. Simples, não? Mas, convenhamos, não dá pra regular demais o assunto, até porque a definição de cantada aceitável varia de mulher para mulher, embora algumas das que postaram acima pareça ter dificuldade de entender isso. Ou será que se fez uma pesquisa com significância estatística que confirmou que a maioria das mulheres no Brasil acha que ser chamada de “gostosa” por um desconhecido é inaceitável? E que é inaceitável tanto fazendo o desconhecido ter a cara do Brad Pitt ou do Tião Macalé? Aliás, se vocês tivessem que apostar dinheiro no resultadoda pesquisa, em que vocês apostariam?

    • Eu apostaria que nenhuma mulher gosta de se sentir avaliada quando está na rua. Se há aquelas que gostam são minoria, não vale, portanto, a falta de respeito com as demais.

  36. Boa tarde

    Acho uma campanha muito válida, pois tenho filha, namorada e enteada… além de irmãs e mãe… A violência contra a mulher, seja ela física ou moral tem que parar… Já fui questionado em minha masculinidade por defender esse tipo de campanha e por ser contra gracejos e cantadas de mal gosto… Não me importo pois sou muito bem resolvido.
    Hoje em dia é temeroso deixar sua filha sair, ver sua namorada saindo da faculdade tarde e saber que a impunidade defende o marginal e humilha a vítima.

  37. Qualquer mulher tem o dinheiro de sair na rua do jeito que ela quiser, vestida, pelada, toda coberta ou não, ainda sim isso não dá direito a qlq que seja o ser nesse mundo de te humilhar, te fazer sentir mal ou culpada por isso. Cansei de ser culpada da atitude boçal e cheia de machismo das pessoas.

  38. Eu fiquei muito feliz com a iniciativa! Quantas vezes me senti humilhada, invadida e desrespeitada com frases e palavras que tive o desgosto que ouvir. Vou relatar alguns fatos: havia uma epoca que eu tinha que andar 3 quadras do estacionamento aonde deixava o carro para chegar no endereco da empresa. Todo dia tinha algum infeliz que me cantava. O cara do onibus, o cara do carrao engravatado, o cara da padaria… Todo dia era algum infeliz! Todos os dias eu queria andar com uma cesta cheia de ovos e arremessar no primeiro que me falasse alguma coisa! Ah como eu pensei nessa cesta cheia de ovos!! Bom, a solucao foi colocar musica nos ouvidos para nao ouvir mais barbaridades todos os dias. No final da pesquisa eu vi relatos muito mais graves e nos temos que achar uma saida pra isso!!! Contem comigo!

  39. Pingback: Gente Passageira | Sarita González » Arquivos » Precisamos falar sobre assédio no ônibus

  40. Pingback: Chega de Fiu Fiu: uma pesquisa com sangue no olho | Rafael Braga

  41. Cotidianamente somos agredidas por vocês. Incomoda-me profundamente não poder colocar uma saia sem que um imbecil não passe buzinando ou dando sinal de luz, como se eu fosse uma mercadoria na vitrine. Ou então estar com uma calça que realce os contornos do corpo e um idiota passar e falar ao pé do ouvido: que bundinha gostosa. Ou estar de regata e um besta olhar os seios e dizer: que peitinhos. Ou ainda estar com uma roupa mais bonita que te dê um certo “brilho” (e não estou falando de saia curta, roupa justa ou decotada – mesmo que pudesse ser) e ter um olhar, uma fala ou uma mão boba, com a desculpa de que provocamos e, portanto, “merecemos” estas pequenas agressões. Por que os homens acham que podem dizer o que pensam a respeito de nossos corpos? Por que acham que temos de ouvir o que vocês pensam? Porque consideram-nos objetos. É esta mentalidade machista que perpetua as pequenas violências diárias e são essas pequenas agressões verbais que dão permissão para as físicas. Vocês não passam por isso e, talvez por isso, achem tudo normal. Mas não, não é normal, nem natural. É sim invasão e, portanto, violência.

  42. Amei a iniciativa do blog de vocês, meninas! Uma das coisas que mais me incomoda são essas cantadas de rua, precisar trocar de roupa por andar a pé e ter medo de lutar contra essa invasão por não ser tão forte quanto um homem. Cantadas cada vez mais ridículas, trechos de músicas invasivos (como assim você mata o papai) e comentários nojentos têm tanta influência negativa no nosso dia, que são capazes de destruir o melhor dos humores. O pior é que não tem hora, nem lugar. CHEGA DE DESRESPEITO.

  43. Olá, descobri o blog hoje e imediatamente me identifiquei com muitas situações relatadas…muitas vezes atravessoi] a rua pra não ter que passar diante de um grupinho de homens, ouço ‘cantadas’ iguais ou piores as da pesquisa e isso ocorre desde que eu era apenas uma criança com uns 14 anos, hoje tenho 24. Quando passo na rua e vem um homem em minha direção e fala algo, desvio o olhar para o chão, para o lado nunca encaro e sinto raiva mas acabo xingo mentalmente…ler tudo isso e viver isso diariamente dói o coração. Parabéns pela iniciativa, acompanharei e apoiarei! Beijos

  44. Ta aí o espaço que sempre busquei! Deixo aqui meus parabéns pela a iniciativa da campanha! As pessoas precisam compreender o limite entre o elogio e agressão verbal, e esta é uma linha muito tênue. Muitas pessoas não sabem ainda dividir o espaço público e (infelizmente) são necessárias campanhas como esta para instigar reflexões e discutir condutas e comportamentos, em que em um mundo de respeito mútuo pareceria tão óbvio.
    Dou todo meu apoio a essa ideia!
    Abraços

  45. Infelizmente o que as mulheres estão vivenciando é um misto de falta de cultura com falta de competência… Antigamente os homens até nem tinham tanta cultura mas na hora do “galanteio” eram competentes porque sabiam que deveriam ser educados ao tratar com as mulheres. HOje em dia vigora a lei do mais “poderoso” (é isso mesmo, não são só as mulheres que procuram aparentar ser ‘poderosas’) e assim os homens pensam que quanto mais “brucutu” forem mais vão agradar, até mesmo porque a mídia divulga o esteriótipo do “machão” como sendo algo sensacional… Some-se a isso (mulheres… façma o ‘mea culpa’) tem algumas mulheres que ficam dizendo que homem que chega com flores ou conversa melosa é gay e não quer assumir… Resultado: o Brasil só não é igual a Índia porque aqui ainda vigoram leis ocidentais que procuram proteger melhor as mulheres, pois do contrário a coisa seria bem pior. Fica o recado: homem não serve só para sexo e reprodução. Assim, procurem valorizar homens que são gentis e cavalheiros pois eles não são gays enrustidos, são pessoas civilizadas.

  46. Pingback: Não estou sozinha | Segundo café

  47. Pingback: De olhos abertos para o assédio sexual | Além da Mídia

  48. Excelente iniciativa! Só nós sabemos o inferno que é escutar cada palavra, assovio, cantada. As pessoas precisam compreender a importância que isso tem e o quanto nos afeta. E os homens precisam enxergar um limite. Ninguém merece engolir diariamente essa agressão e, pior que isso, ser debochada ao se defender. Estou muito feliz com a ideia!! Parabéns!!

  49. Como homem, heterossexual e apaixonado pelo gênero feminino, acredito que esse é um espaço maravilhoso de discussão. Além disso é também um ponto de refrigério para aquelas que se cansaram dos assédios.

    Foi revelador ler a pesquisa e me surpreender com os relatos e números apontados.
    Nunca fiz nada dessas coisas. Não vejo sentido chamar atenção na rua, pois fazer uma garota olhar pra mim não fará com que ela se apaixone (aliás é capaz acontecer o contrário, rs).

    Acredito que não há mal observar a beleza feminina, desde que com discrição. Vocês são obras maravilhosas do Criador e devem entender que ao passarem, necessitamos observar tamanha beleza. Vocês são construídas para serem fantásticas. A mais bela do gênero, graças a Deus, já é minha namorada.

    Faço eco a voz de vocês, como homem. Mas peço que entendam que olhar discretamente é algo que necessitamos. O que é belo é para ser visto.

    • mas eu não vejo problema nenhum em só olhar! pq nós mulheres tambem olhamos quando vemos alguém bonito na rua, mas nem por isso saímos falando: “nooossa! q gostoso!” e nem muito menos agarramos, ou passamos as mãos entendeu? acho q o q é bonito é pra se olhar mesmo, mas ficar passando cantadinhas etc é muito desnecessário! nenhuma mulher vai se apaixonar por um cara só pq ele a chamou de linda na rua! fosse assim os pedreiros estariam todos namorando altas gatas né! rsrs

    • Mulheres héteros também observam a beleza dos homens. Eu todo dia observo homens bonitos que passam por mim. Só não me sinto no direito de constrangê-los ou incomodá-los. Eu sou discreta. Olhei, achei bonito, mas isso é problema meu. Ninguém precisa de autorização para olhar pros outros.. Mas ficar secando obsessivamente, medindo a pessoa, também pode causar constrangimento. E quando abordo algum cara nunca é com comentários vazios como “te achei lindo”. Provavelmente se eu dissesse isso pra um cara ele não se incomodaria, mas é porque ele não vai se sentir ameaçado..

      • Honestamente Carolina…
        O maior problema do ser humano… é generalizar… julgar a todos, por atos de alguns.

        Acredita que todas ou a maioria das mulheres, agem como você, discretamente?
        Acredita também, que todos os homens agem de forma grosseira e constrangedora ao apreciar ou elogiar uma mulher?

        Enquanto alimentarem esta “Guerra dos Sexos” (ou de Gêneros, como preferir)… nunca haverá respeito e igualdade!
        Da forma como algumas feministas tratam o problema… vira “Assassinato à Paquera”! rsrsrs

        Costumo elogiar mulheres desconhecidas, principalmente, quando também fui reparado por elas.
        Também recebo elogios (com pouca frequência)… e já recebi elogios educados, que me agradaram muito, porém, já recebi cantadas de “piriguetes”, “cachorras” e “popozudas”, que não agradam nem um pouco e constrangem sim um homem!

        O maior problema… é achar que toda mulher é feminina, educada e sensível… enquanto julgam que todos homens são “canalhas”.

        Enfim…
        Porque não, uma campanha contra abusos e assédios… independente de Gênero?

      • Rodrigo,

        Os homens generalizam ao tratar de forma desrespeitosa as mulheres.

        São os homens em sua maioria que fazem isso, não as mulheres! Isso é um fato.

    • E, como homem inteligente que pareceu, sabe que olhares discretos podem se cruzar e se tornar outra coisa. A mulher que não quer ser cantada vulgarmente na rua não está desdenhando do gênero masculino…mas há formas de abordar.
      E tem muito pedreiro bonito e educado por aí…

  50. adorei a iniciativa! não há nada de mais insuportável do que alguns homens babacas na rua q acham q estamos interessadas em saber a opinião deles sobre nossa beleza, ou vestimenta ! realmente, todas nós já sofremos algum tipo de assédio, é tão comum tão comum q já se tornou algo banal, tanto q algumas de nós nem percebemos ou estranhamos isso, acabamos nos conformando e achando normal!

  51. Parabéns! Me identifico muito com essa campanha, adoraria ter podido responder a pesquisa.
    Só nós sabemos o constrangimento que é andar na rua, ter que pensar vinte vezes antes de sair de casa de short, considerar trocar a roupa de malhar antes de sair da academia, atravessar a rua pra tentar fugir desses assédios e ,pior, ter que aturar isso tudo em silêncio para não receber, no mínimo, uma resposta ainda mais grosseira que o comentário inicial. Num país em que deve-se multar quem joga lixo e urina na rua podemos perceber o nível de educação (não escolaridade, educação que deveria ser dada em casa mesmo) do povo. Já era hora de alguém tomar essa atitude, tem meu total apoio.
    Beijos!

  52. Acho a iniciativa excelente!
    Infelizmente a cultura do ‘fiu fiu’ cresceu e embora a pesquisa aponte que a maioria das mulheres não gostam da prática, muitas indiretamente fomentam a permanência.
    A postura no dia a dia faz a diferença. É necessário observar nossas atitudes e comprovar que estão coerentes com nossos valores e crenças.
    Conheço várias mulheres que não gostam de receber abordagens e comentários ‘duvidosos’, mas ‘curtem’, compartilham, comentam as famosas ‘Cantadas de Pedreiro’.
    Trago para mim a pergunta, e incito às demais mulheres a fazê-la: estou agindo de acordo com meus valores e crenças? Sou percebida desta forma?
    Muito bom ler comentários masculinos contra a prática do ‘fiu fiu’.
    Já deixei de ir a lugares, troquei de roupa, perdi oportunidades de viagens (sozinha) por medo de assédio sexual.
    Apoio a causa e divulgo.

  53. Todos os anos fico dois meses no velho continente. Lá tenho liberdade para vestir me como eu quiser. Posso usar shorts, saias e vestidos curtos sem me preocupar com a possibilidade de algum engraçadinho vir me assediar por causa da minha vestimenta . Aqui no Brasil, infelizmente, a maioria das mulheres pensa bem no que vai vestir quando vai para a rua. Se usar uma saia curta algum engraçadinho pode buzinar, assediar verbalmente ou até mesmo fisicamente. Eu não quero burca e nem ter que vestir-me como religiosa.
    Também odeio as buzinadas. É uma falta de respeito.

    Quando um homem pensar em assediar agressivamente uma mulher, ele deve pensar se gostaria se aquilo fosse feito com a esposa ou irmã ou mãe dele.
    Os elogios, na hora certa e no lugar certo, são aceitos, mas antes de falar que alguém é bonita(o) devemos conhecer a pessoa, o seu caráter e descobrir nela(e) qualidades, pois a beleza é algo efêmero. A mesma coisa devemos fazer com as crianças: evitar ao máximo falar que ela é bonita, pois ela vai acreditar que a beleza é algo fundamental na vida.

    • Acredito que você tenha tido a sorte de frequentar um país culturalmente evoluído do velho continente. Vivo no velho continente, mas em um daqueles que culturalmente não saíram da idade média e justamente no mês passado me aconteceu uma coisa que me deixou muito irritada (como se não bastasse o fato das inúmeras mulheres assassinadas por maridos/companheiros/namorados etc, mas isso é tema para uma outra discussão).
      Saí para fazer uma caminhada meio longa e resolvi voltar de ônibus. É ridículo ter que justificar como estava vestida, mas lá vai: estava com um conjunto de moleton, tenis e boné na cabeça. Enquanto estava no ponto de ônibus (era 13:30 de um sábado) 6 carros diminuíram a velocidade, dois pararam. Um perguntou para onde estava indo, respondi que não lhe interessava e que esperava meu marido. O outro me chamou para entrar que me levaria para onde eu quisesse.
      Não faz muito tempo que uma sentença do tribunal daqui considerou uma vítima de violência sexual praticamente culpada porque usavva roupa justa e saía a noite.
      A falta de respeito infelizmente não conhece fronteiras.
      Concordo sobre a educação das crianças sobre a importância da beleza. Os conceitos de respeito também tem que ser cultivados em casa, na educação dos meninos e meninas.

    • Afinal, todas as mulheres do universo são heterossexuais e solteiras e 24h disponíveis para paquera e o único motivo de se sentir incomodada com assédio e desrespeito em público é o nível de beleza do agressor, certo?
      Precisa parar de repetir coisas que você escuta por aí e botar essa cabeça para funcionar por dois segundos e refletir um pouco. Eu mesmo como homem heterossexual muitas vezes me senti desconfortável com o assédio de mulheres atraentes. Mulheres que em outra situação eu provavelmente me interessaria. Mas como uma pessoa normal, assédio/agressão não me dá tesão.

      • Claro, ainda tem o fato extra de nosso rapaz machista e opressor também ser preconceituoso o suficiente para considerar que um pedreiro não pode ser atraente. Vale lembrar que o citado Brad Pitt já trabalhou fritando hambúrguer.

      • Hipocrisia?Tratar a mulher como incapaz?Mas nesse caso,não estamos realmente incapacitadas de agir?A única coisa que poderiamos fazer é xingar de volta.Isso não resolveria nada e ainda correriamos o risco de sermos agredidas nas ruas.Tem sim que rolar programas pra educar a sociedade a respeito e punir os mal educados que insistem em dar cantadas nas ruas.

    • Se o Brad Pitt, ou similar com um exterior atraente, gritar na rua pra mim “o gostosa”, se iguala ao pedreiro (bonito ou feio) no meu conceito: e um machista, opressor e idiota… BELEZA NAO POE MESA NAO, AMIGO… Educação e respeito sim!!!

  54. Parabéns pela iniciativa! Apesar de sempre pensar q era mais fácil todos serem educados, mas parece q qualquer tipo de respeito tem q ser goela à baixo, mas tudo bem… Estamos ai, e já me sinto juntinha com vcs! :)
    Abraços!

  55. Então, moderem nas roupas também. Saem com uma calça que parece que está embalada à vácuo e ainda trajam uma miniblusa. Quem quer ser respeitada tem que se dar ao respeito.

    • Claro, porque homens nunca tiveram que se preocupar em tirar a camisa ou sair de short, mas mulher tem obrigação de se cobrir. Parabéns cara, seu raciocínio é super inteligente. (Só que não).

    • Então você defende as mulheres não terem liberdade nem serem donas de seus próprios corpos? Nojento. A mulher querer se sentir bonita não tem nada a ver com você, acredite, egocêntrico.
      Elas não tem que se dar ao respeito, todo mundo que tem obrigação de respeitá-las. É um direito de todo cidadão, não algo que se conquista. Ou você quer excluir as mulheres disso, machista?

    • Essa é uma das justificativas usadas por estupradores… Guardadas as proporções, a questão é a mesma. Lembrei de uma reportagem recente que diz que a Suazilândia (país africano) proibiu as mulheres de usarem roupas curtas, e ainda as aconselhou a não pegar objetos no chão de um modo que as torne “culpadas” pelos próprios estupros, ao supostamente excitar os homens. Notou o absurdo, ou te parece natural?

    • E uma mulher merece menos respeito se está com uma miniblusa?
      Ela tem o direito de se vestir como quiser, ela se veste como se sentir melhor,
      não pra te provocar.

    • Alex Andrade, espero que você nunca tenha uma filha, irmã ou mãe estuprada ou assediada. Mas se isso acontecer, lembre do que escreveu aqui. Provavelmente “a culpa será delas”.

    • O estupro é o único crime em que a culpa recai quase toda sobre a vítima. “Claro, olha a roupa dela, ela estava procurando”. Manerem, meninas…

    • Eu já acho que faltar com respeito aos outros dá abertura para te faltarem com respeito e não uma saia ou uma calça justa. Acompanhe meu raciocínio. Mulher com short curto/calça colada = merece respeito. Homem que desrespeita mulher por causa de pedaço de pano = NÃO merece respeito. FICA A DICA.

    • Quer dizer que uma mulher não pode vestir o que quer porque vocês são algum tipo de “animal indomável” que não sabe ter educação, respeito e, nem ao menos, controlar a própria boca? Poupe-me!

    • Tá brincando, né? Quer dizer que as mulheres têm de se vestir como os homens julgam certo pra que sejam respeitadas? São vocês quem decidem quem se veste como agora? Isso não existe, meu querido. Não venha com esse papo furado porque a mulher pode estar de moletom, de longo, até de burca, que vai ouvir merda na rua. Não culpe a roupa dos outros, apenas aprenda a manter seu membro dentro nas calças, afinal, acredito que você já seja bem grandinho e saiba fazer isso. A propósito, já que você pensa assim, quando algum machão aparecer te falando nojeiras e te apalpando por trás por você estar andando por aí de shorts e sem camisa (coisa que grande parte dos homens adora), agradeça-o e diga que ‘estava mesmo pedindo pra ser assediado’, ok?

    • Lembrando Alex que o respeito está implicito a qualquer ser humano.Um roupa igual a que você descreveu desrespeita a mulher que a usa em que?E te derespeita em que?

    • Eu sempre me vesti como as tais “dignas” de respeito. Nunca usei roupa decotada nem calça agarrada e nem mini-saia. Tenho um òtimo corpo e mesmo assim nem de bikini eu gosto. Agora já que eu não sou uma “dessas” posso dizer que um sujeito que pensa como você é um grande CRETINO, com uma capacidade mental limitada porque julga apenas com base no que vê e com uma visão ridicolamente limitada do mundo não se pode ir longe. Nunca ter usado uma roupa curta não me faz melhor e nem mais interessante do que ninguém. Cada uma se veste como quiser sem ser obrigada a ouvir os fiu fiu dos imbecis. Peço desculpa aos moderadores da discussão, mas por gente como você eu não não tenho muito respeito não.

      • Ninna,

        Esse “tipo” não sabe o que é respeito, desconhece a etimologia da palavra. Não têm respeito por si próprios e jogam suas frustrações de forma covarde sobre as mulheres. Apoio a Lei Fiu Fiu!

        Também não aguento mais andar na rua, ou melhor, evitar andar para não ouvir o que não quero. Aqui é muito parecido com a África e com os países do Oriente Médio, com a diferença que aqui, finge-se que é “normal” algo patológico.

    • Moderem a roupa que usam??? Você só pode estar de brincadeira né rapaz. Então eu preciso me vestir da forma que homens como você considerem “apropriadas” para assim ser respeitada? Então uma mulher que esta de shorts é estuprada e a culpa é dela??

    • Nossa, como você é machista! A roupa que eu uso não está dizendo, muito menos autorizando você a me tocar ou fazer qualquer tipo de comentário a meu respeito. Eu quero simplesmente poder colocar uma roupa sem pensar no que animais, que pensam igual você, podem fazer comigo.

    • É responsabilidade da mulher como ela se veste. Assim como é sua responsabilidade olhar respeitosamente para ela como um ser humano que tem o total direito de se vestir como quiser, assim como você tem. Segure a vontade de colocar a culpa do seu olhar malicioso nela por causa do que ela está vestindo. Não se faça de vítima porque você não é. No que diz respeito aos seus olhos e aos seus olhares, você está longe de ser uma vítima que precisa de ajuda. Você tem total controle sobre como vê o outro. Seja melhor do que tudo aquilo que te ensinaram até hoje. Quebre esse ciclo.

    • Seu comentário está aguardando moderação.

      Por acaso você acha educado gritar para uma idosa “Sua velha horrível.” ou para uma pessoa mal vestida “Sua roupa não combina.”?Você fala o tempo todo tudo aquilo o que pensa para as pessoas?Se você acha isso legal,desculpa mas não sabe viver em sociedade.O fato de sairmos bem arrumadas,de roupa curta não significa que queremos ouvir sua opinião a respeito.Reparou que todas as mulheres que comentam concordam,e acham horrivel receber cantadas?Quando alguém discorda,pode acreditar que são homens…esquisito…não?Mulheres não gostam de cantadas,respeite!

  56. o desrespeito em uma cidade grande é comum, o sujeito acha que vai virar a esquina e nunca mais ver aquela pessoa, então é um tal de xingamento no transito, nos vemos velhinhas em seus carrões mostrando o dedo do meio e metendo a mão na buzina, e mulheres acoadas com suas bolsas cobrindo a bunda e caderno cobrindo a frente, olhando para baixo, pois ao menor olhar , lá vem sacanagem e piadinhas. em uma cidade pequena as pessoas são mais educadas , até por obrigação. voce pode não conhecer todos os moradores mais se alguem mexer com alguem em uma cidade pequena rapidinho voce descobre quem é e onde mora.

    • É, lutar pelo direito de ser respeitada e não ter constantemente medo de ser estuprada em lugares públicos é uma grande perda de tempo que só pessoas com muita falta do que fazer iriam atrás… mas você não é mulher então se danem elas, incluindo sua mãe, né?
      Só curiosidade que surgiu depois de ler todo seu comentário: já ouviu falar em falácia?

      • Mas é bem por aí. Se o indivíduo masca chiclete perto da dama, e ela acha que ele está de boca aberta para ele, pode até achar que é assédio. Se quisermos sim proteger as mulheres do assédio indevido, sórdido, reprovável, devemos tb proibir o chiclete. Muita gente vai sofrer por causa do chiclete…o pretenso agressor e a sofrida vítima. Um basta ao chiclete em locais públicos. Por um mundo melhor!!!

    • Falta do que fazer é um cara ficar falando merda pra qualquer mulher que passa pelo mesmo caminho, ficar envergonhando mulheres em público e achar que está certo, que está abafando. E isso sem falar nos que ficam “putinhos” se a gente não dá atenção e começam a nos xingar. Acho que você, como homem, sabe muito bem que as “cantadinhas” em locais públicos não se resumem a “fiu-fiu”. Eu (e mais uma penca de meninas por aí) com 10, 11 anos, vestindo o uniforme enorme da escola, uma criança, já era obrigada a ouvir coisas como “não tá a fim de me mamar?”, “se você ficasse de quatro eu faria isso e aquilo outro” etc. Tinha/tenho que ouvir essas coisas constrangedoras e humilhantes de caras sebosos que eu nunca nem vi na vida, em público, na frente dos meus amigos, dos meus irmãos, dos meus pais…
      É verdade mesmo. Lutar contra o assédio deve ser muita falta do que fazer.

    • Tenho pena da tremenda ignorância do seu comentário. Quando você “masca chiclete” em um local público a única pessoa envolvida no processo é você, você escolhe, você enfia na boca e o outro não tem nada a ver com isso.

      Outra coisa é ASSÉDIO SEXUAL (em qualquer lugar e não só no espaço público) que consiste em uma ou mais pessoas constrangendo outra, fazendo comentários completamente inapropriados (sem falar que muitas vezes as envolvidas são menores de idade). Diversas pesquisas mostram que mulheres já deixaram de usar uma roupa ou de ir para algum lugar por MEDO de ser assediada.

      A sua “liberdade” termina onde a do outro começa. Absurdo é ter que deixar de fazer algo por conta do desrespeito dos outros.

    • Absurdo é ver gente achando ruim porque mulheres reclamam de ouvir bosta na rua. Isso é desrespeitoso. Não é proibir, oprimir ou o que for. É ter bom senso. Isso INCOMODA outras pessoas, não diz respeito somente a quem fala/faz. Se tem alguem sendo oprimido aqui somos nós mulheres, que precisamos pensar dez vezes antes de usar uma roupa pelo o que vamos ouvir no meio da rua.

    • Que falta de empatia! Vc certamente não tem a menor idéia do que é se sentir intimidado toda vez que coloca o pé na rua e muito menos ter que escolher a roupa que vai vestir baseado no medo de um possível estupro. Não sabe do que está falando e parece não querer entender. Melhor ficar na sua!

      • Realmente, você é mais um macho que não entende o medo que as mulheres passam diariamente, por que não tem nada demais elogiá-las na rua (em qualquer horário e em qualquer situação).
    • Por acaso você acha educado gritar para uma idosa “Sua velha horrível.” ou para uma pessoa mal vestida “Sua roupa não combina.”?Você fala o tempo todo tudo aquilo o que pensa para as pessoas?Se você acha isso legal,desculpa mas não sabe viver em sociedade.O fato de sairmos bem arrumadas,de roupa curta não significa que queremos ouvir sua opinião a respeito.Reparou que todas as mulheres que comentam concordam,e acham horrivel receber cantadas?Quando alguém discorda,pode acreditar que são homens…esquisito…não?Mulheres não gostam de cantadas,respeite!

    • Me digas: quantas vezes tu já teve que atravessar a rua por medo de ser tocado? Quantas vezes trocou de roupa com medo de ser assediado em uma festa? Quantas vezes baixou a cabeça ao caminhar perto de um grupo de homens? Quantas vezes teve medo de ser estuprado ao caminhar em um local deserto ou de noite? Quantas vezes foi agarrado a força em uma festa? Quantas vezes foi tocado sem ter dado permissão? Quantas buzinadas e “cantadas” ouve por dia?
      Quando puder responder a essas perguntas, retorna aqui e nos conta o quão desnecessária é essa pesquisa!

  57. Acho que as mulheres deveriam tirar uma foto com celular, ou filmar, ou ameaçar denunciar quem as assedia. Muitos desses babacas agem na certeza que podem fazer o que quiserem na rua apenas por serem “machos”. Quero ver quando tiverem uma ameaça de processo, se vão ser tão audaciosos.

    • Admiro sua preocupação, de verdade! Mas se soubesse quantas vezes somos “atacadas” na rua involuntariamente e de maneira covarde e o quanto ouvimos “deixa para lá” como se fosse uma frescura quando nos queixamos. Os homens e as mulheres precisam mudar! Não deve partir só das mulheres, pois nós obviamente queremos que essa situação cesse.

  58. Peço que as mulheres esclareçam, se possível, se é todo tipo de elogio, cantada, etc., que caracteriza esse assédio, que a elas parece tão nocivo. Ou seja, qual seria o limite entre uma boa cantada e/ou um elogio e o assédio ? Grato,

    • Napoleão, pergunta para a sua mãe , para a sua irmã, para a sua namorada (se é que tem). Elas vão dizer que nunca se sentiram elogiadas quando um cara, no meio de outros, bem mais fortes que ela, sabendo que ela não teria como reagir, dirigiu a elas um insulto humilhante e nojento.
      Imagine se você passa na frente de uma academia de lutas marciais e um cara, junto com uns três, cinco, ou dez mastodontes daqueles, olha bem na sua cara, coça o saco dizendo: Vem cá, gostoso! O que você sentiria?
      Por que razão as mulheres devem passar por isso todos os dias? Por quê?! E por que diacho de razão elas deveriam entender isso como um elogio?!

    • Péssima cantada: aquela dirigida a uma pessoa de passagem, “a troco de nada”. nesse contexto, até os bem intencionados ficam parecendo mal intencionados.
      Cantada adequada: educada, e num contexto tal que dê a entender que você realmente gostaria de conhecer a mulher.

    • A mulher nunca te viu na vida e não demostrou interesse?! Não cante.

      Tá andando na rua pensando na vida?! Não cante.

      Tá indo ao banheiro na balada?! Não cante (ela tá quase fazendo xixi nas calças).

      Ela tá tomando um café na lanchonete sozinha e lendo um livro?! Não cante.

      Já te 300 vezes que não quer sair contigo?! Você é burro? Não consegue entender um não?

      Tem outras milhares de situações. Mas, na dúvida, não cante!

    • Todo comentário que não foi solicitado,já é considerado assédio.Mesmo que seja um linda,não te conhecemos e não demos abertura para que você o faça.Se quiser fazer um elogio,aborde a mulher e pergunte de forma educada “Posso te fazer um elogio?”,se a mulher permitir,faça.Garanto que essa atitude traria até resultados práticos,coisa que cantadas não trazem.

    • O limite, ao menos para mim, é muito fácil de ser visualizado. Educação, gentileza e respeito. Com essas 3 características, não tem erro.

  59. Eu acho que os homens deveriam aprender a chegar numa mulher. eles não sabem como fazer pra chegar numa garota, então fazem a primeira coisa que vem a cabeça. Seria necessário ter aulas de sedução para homens nas escolas. Ensiná-los a abordar uma mulher, pois o problema não é o abordar em si, mas a maneira como se aborda.

  60. Não se preocupem, chegará o dia em que não escutarão mais o malfadado “fiu-fiu”, e nesse dia, sentirão saudades deste som…
    Coitada…achão que terão homens aos seus pés até o final da vida…Acabou a beleza…acabou a bruxaria…aguardem…

    • Desculpa,

      Mas realmente acho que nenhum mulher vai sentir falta de nenhum ato machista, de ser valorizada pelo seu corpo, de ser desrespeitada por pessoas como você que acreditam que elas realmente se importam para o que você pensa da aparêncencia delas.
      Ninguèm vai sentir falta de pessoas que acham que vão conseguir algo com uma simples frase, muitas vezes ofensiva e desnecessaria.

      Então guarde sua opnião para você mesmo, nenhuma mulher que saber se você acha ela “gostosa”. Nenhuma mulher è obrigada a depender de nenhum homem, principalmente um machista. Nenhuma mulher è obrigada a ouvir o que você pensa sobre elas, então guarde para você mesmo.

    • meu filho, acho que se tem uma campanha para acabarem com isso as mulheres querem minimamente serem respeitadas na rua, não conheço nem imagino ninguem que goste de ser assediada verbalmente desse jeito por pessoas que vc nem conhece. Só que gosta disso é vadia

  61. Iniciativa excelente!
    É muito abuso dos homens que acham que ao instante que se usa uma roupa decotada ou colante ou curta você já está pre-disposta a receber cantadas nojentas e até toques.
    Tenho o direito de sair da maneira que quero e não por receio de homens que iram me intimidar nas ruas!

    Minha feminilidade não pode ser ocultada pelo medo!

  62. Infelizmente nossa educação judaico-cristã não nos ensinou a separar o que é público do que é privado, pois, perante “Deus” somos todos irmãos. Outo ensinamento extremamente avassalador dos direitos da mulher é que devemos ser obediente e servil ao homem, etc. Deveríamos realizar essas conversas primeiramente dentro de casa e implementar o método “Ficha Limpa em Casa”, rsrs!!!!, Considero mais doloroso do que escutar um homem desrespeitando-nos, ver uma mulher exercendo sua misoginia, apoiando o pensamento machista, e, pior ainda, muitas delas são mães … O direito de ser respeitado todo mundo tem, quero saber é se conseguimos fazer o mesmo. Iniciativa corajosa e urgente! Parabéns!

  63. Entendo a lógica do “deixa de ser burro, vc acha q assobiou e eu vou te dar mole?”, pq é a análise feminina sobre isso. Nao sei explicar pq, mas não é esperando NADA em troca que homem faz isso. É pelo mero prazer da provocação.

    Errado, constrangedor e desrespeitoso, sim. Mas só estou avisando que esse argumento usado no post é inválido simplesmente pq parte de um pressuposto equivocado.

  64. Complicado. Eu não acho legal esse tipo de atitude, mas tem mulher que gosta e tem mulher que mexe com homem na rua também. Na minha cidade mesmo, isso rola demais. Eu tenho uma dica pra quem fica incomodada com esse tipo de situação: Compre um MP3 e saia na rua ouvindo música. Problema resolvido! Eles vão continuar mexendo, mas pelo menos vocês não vão ouvir.

    • Então, Fernando, já tentei isso, mas os caras continuam olhando pra você como se fosse um pedaço de carne… Não dá certo não… Sem contar o outro medo – assalto – que decorre dessa conduta…
      E não é só isso: por que nós é que temos que colocar mp3 no ouvido? Por que nós é que temos que “dar um jeito” de evitar isso? Não é mais fácil simplesmente moderar as manifestações entusiásticas?
      A vida inteira – e isso desde os 10, 11 anos – elaborei formas de tentar evitar as constantes manifestações que sofro na rua. Evito roupas, ruas, estabelecimentos, andar sozinha, não é justo viver assim. Algumas vezes já precisei me albergar em lugares com medo da empolgação do sujeito da cantada, pois há aqueles que entendem a não resposta como sinal de que a mulher gostou e quer mais.
      Imagine você correndo, estressado, preocupado com a vida, com o trabalho, com a família, e tendo que escutar diversos marmanjos com os mais sórdidos comentários! E com medo de mandar o cara a merda porque, afinal, vc é mulher!
      Ou imagine-se como pais de uma menina de 10, 11 anos que tenha formas que chamam atenção e ter que ouvir de tabela os sutis comentários que são feitos nas calçadas desse Brasil. E isso acontece, vai por mim!

    • Pode até ter mulher que mexa com homens na rua, mas não é NUNCA da mesma forma quando é o contrário, com palavreado baixo e aquele olhar NOJENTO! E o mp3 não resolve não, querido, porque fazem questão de que sejam vistos! Não são só as palavras que incomodam.. o olhar também! Eu xingo, mas tem gente que não.. e vive com isso guardado a vida toda. Juro que queria saber o que esses vermes sem noção ganham com isso.

  65. Temos que criar a Lei Fiu Fiu. Se o camarada assobiar, assediar de qualquer modo, seja por meio de olhar lascivo, comentários com amigos ao pé do ouvido, boca entreaberta, olhar vidrado, esse camarada (ou essa, pq o assédio criminoso, na forma da lei, não poderá distinguir sexo), terá que ser preso na hora, e só ser libertado pagando fiança (isso se a Lei Fiu Fiu não estabelecer que é crime inafiançável tal reprovável prática) e responderia por crime de assédio. Por um mundo mais justo, Lei Fiu Fiu já!

      • Mas quem falou de estupro? sua linha de pensamento é tão extremista qto a de quem perguntou.

        A questão é: no mundo real o brad pitt não vai assoviar pra ninguém aqui.

        No mundo real, os assoviadores de fiu fiu não são pontenciais estupradores.

    • De onde você tirou que cantada de homem bonito não é abuso?É abuso sim!!Quer elogiar,chegue perto e pergunte “Posso te fazer um elogio?” E aí a mulher faz sua escolha,se quer ouvir sua opinião a respeito ou não.Garanto até que esse tipo de atitude te traria resultados mais práticos.É abuso e a maioria das mulheres não gosta,conforme-se.

    • Rodrigo, já fui agarrada por um homem, que era muito bonito. Mas, tive medo de ser estuprada por ele… Pq?
      Quando pedi para ele me soltar, sabe o que ele disse? Pq vadia? Vc não vai conseguir homem melhor pra te dar uns “catos”. Te garanto que te dou uma surra bem boa.
      O que eu fiz? Com medo comecei a me debater, a sorte é que estava em um barzinho e meus amigos(homens e mulheres) levaram ele para longe e os seguranças colocaram ele para fora. Mas, saí de lá com medo de que ele estivesse me esperando lá fora.
      O assédio não é tão complicado, mas, toda mulher tem medo de ser estuprada por esses assediadores, entende?
      Nós gostamos de ser elogiadas e não assediadas…
      Não é pq estamos na rua que nosso corpo é público. Pelo imenso numero de estupros que acontecem todos os dias, nós temos medo de homens que nos elogiam de certas formas… Não é o elogio… é o contexto que nós queremos mudar.

      Os homens acham q pq estamos com roupas curtas e bebendo, estamos abertas pra qualquer um. Não é assim. Só estamos dançando e nos divertindo. NÃO QUEREMOS NADA ALÉM DISSO. E SE QUISERMOS É POR LIVRE VONTADE E NÃO UM HOMEM NOS OBRIGOU. Queremos a segurança de sair na rua sem alguém achar que pode nos invadir.
      Vc vai a uma balada, enche a cara e por isso qualquer um pode levar vc pra casa e fazer o que quiser contigo? Ué? Pq não? Vc estava bebado e em uma balada… Uma mulher ou um homem podem fazer o que quiserem com vc então, certo?
      Se vc passar na rua bem arrumado e cheiroso eu posso me aproximar com um grupo de amigas e ameaçar enfiar um cabo de vassoura na sua bunda pq achamos isso uma delícia?

      Nós temos medo de ser estupradas pq estuprador não tem cara e nem padrão. Saca?

  66. Ótima iniciativa, muitas vezes me senti constrangida em supermercados, lojas, na rua ou mesmo no meu trabalho pois certos homens se acham no direito de dizer o que bem querem (nem todos, esclareço) e se alguém faz alguma gracinha comigo passa vergonha pois quem fala o que quer ouve o que não quer. É importante sim saber a diferença entre uma ofensa e uma atitude normal, o problema é que a sociedade ainda acha tudo normal. Ninguém é obrigada a suportar gracinhas diariamente. Apoio total!

  67. Eu compartilho completamente dessa estatística, dos dados em si.

    Primeiro: sou mulher, tenho 25 anos e odeioooo assédio.

    Já sofri assédio várias vezes. Conheço mulheres que já sofreram assédio. Tenho amigas que já foram estupradas. Conheço colegas que já sofreram o mesmo mal.

    Não me espanto que quase 25% dos homens que resolveram falar, no Oirente Médio, conforme dados recentes da ONU, afirmaram que já estupraram alguma mulher na vida, sendo ela sua própria mulher, amiga, parente ou desconhecida.

    Não me espanta, homem, em sua grande maioria, é doente por sexo. E todos os assuntos adjacentes.

    Eu já sofri vários atentados e sou paranoica com minha saúde física, fico tensa o tempo todo, só relaxo quando estou em casa.

    É triste, é revoltante.

    Homem não sabe se comportar, principalmente os de cultura baixa ou de sociedade cuja cultura já diminuem a mulher, é visto não só no Brasil, isso é um problema mundial, e crônico.

    É preciso coragem para falar, e agir, muito mais.

    É uma dor silenciosa, que é muito subjetiva, para mim pode ser super ofensivo, para você, normal.

    Eu já sofri atentando de 2 malucos quase pelados voltando para casa, com 18 anos eu acho, chorei muito, e meu padrasto e mãe fizeram uma busca por eles a noite toda.
    Já sofri abusos dentro do ônibos/rodoviária várias vezes, com falas maliciosas até susto de homem pulando em cima de mim “de brincadeira”.
    Já sofri abusos menores no trabalho e conheço vários casos para trocas de favores, um nojo.
    Já sofri várias tentativas em carnaval, festa e boate, e desse tipo a gente se arma completamente, é pura brutalidade quando alguém enconta em mim, eu tento cortar o mal pela raiz.

    O mais recente foi caminhando perto de casa, onde ocorre uma nova construção, os operários além de falaram muito, ainda me engoliram com os olhos e tentaram passar a mão, eu gritei, falei grosso que era ABUSO SEXUAL e que ia chamar a POLICIA, gritei bem alto TARADO vai ser preso! e nunca mais falaram nada.

    Não tenho tolerância, para mim abusos sexuais deviam ser penalizados com a morte.

    • “Homem não sabe se comportar, principalmente os de cultura baixa ou de sociedade cuja cultura já diminuem a mulher, é visto não só no Brasil, isso é um problema mundial, e crônico.”

      Não se luta contra práticas erradas com preconceito cultural e social. Concordo com tudo que você falou, dos seus direitos, dos deveres dos homens de não serem pervertidos sexuais, mas falar de cultura baixa e principalmente colocando a classe de operários trabalhadores (pedreiros no caso) é preconceito cultural e social.

    • A pergunta que certamente não irás responder… Porque eles estavam “te engolindo com os olhos”?
      Sim, existem homens que são exagerados e ofensivos… Mas será que a culpa é somente deles?
      Um velho amigo já dizia: Se colocares um cão próximo a uma fêmea no cio e amarrar o cão ele não irá ficar doido para escapar de ti e seguir seu instinto primordial? Qual seria a diferença entre os cães e os homens, a nível instintivo?

      É elementar que uma mulher ou um homem se vestidos de modo a provocar o instinto sexual de outrem instigarão o primordial instinto reprodutivo. O fato é que quando uma mulher o faz, os homens (e qualquer macho de qualquer espécie) por natureza cortejam a mulher (ou a fêmea). Sim, existe a questão cultural do como fazer a corte. Pessoas educadas a cortejar a mulher com atos de delicadeza e cavalheirismo agirão assim. Outros que não tiveram a mesma sorte fazem o que o instinto diz para fazer. No final somos todos animais! Alguns adestrados outros não.

      • “Se colocares um cão próximo a uma fêmea no cio e amarrar o cão ele não irá ficar doido para escapar de ti e seguir seu instinto primordial? Qual seria a diferença entre os cães e os homens, a nível instintivo?”.

        Você está se rebaixando, colega. Assim como os outros animais, os seres humanos são instintivos, mas com a particularidade de que utilizamos a razão, ou seja, avaliamos, julgamos e, portanto, pensamos em relações de causa e efeito. Você está dizendo que, diante de uma mulher (vestida de maneira que os senhores julgam “convidativas”), vocês, homens, jogam a razão no saco e agem segundo os instintos? Você está validando isso? Me responde o senhor, então: qual a diferença entre você e um cão?

  68. Respeito a iniciativa contra o ASSÉDIO. Nenhum indivíduo tem o direito de tocar em outro indivíduo, independente da vestimenta que usa, mesmo sendo um shortinho curto ou uma roupa de astronauta. Falar coisas “indecentes” também é um crime e quem defende isso deve sim ser punido.
    Mas, mulheres, vejo um certo exagero… há uma diferença colossal entre um “vc é muito linda”, “teu sorriso é um colírio” (enfim, cantadas “gentis” rsrs) e um “quero te chupar”, “quero comer a tua bunda” ou, pior ainda, apalpar ou retirar o membro rsrs (isso é coisa de neandertal, nem vale discutir… rs).

    Enfim garotas, pensem nisso antes de mandar um cara tomar naquele lugar!!! NÃO TENHAM MEDO DE TODOS OS HOMENS!!
    ASSÉDIO SEXUAL (o verdadeiro), não. Mas CANTADAS educadas, sim!!!

  69. Pingback: Webfeminismo e a falta de projeto: uma crítica urgente | Esparrela

  70. Parabéns as idealizadoras do projeto espero que siga a diante, infelizmente dado a situação em que chegamos realmente é necessário essas medidas isso entra de forma silenciosa na sociedade e aqueles que criticam já cauterizados não percebem que esse limite já foi ultrapassado a grande maioria realmente não sabe como tratar uma mulher, tão pouco se coloca no lugar da outra pessoa, enfim… Bela campanha, espero que alcance grandes resultados, por um lugar melhor pra todos, homens e mulheres.

  71. Olá, meu nome é Ester Albertini, tenho 28 anos, e sou Historiadora, desde já, eu apoio essa causa, uma vez que nós mulheres merecemos total respeito, e não somos objeto descartável, e já ouvi cantadas do tipo: “Não me chame de senhor”, por vários caras que, você o trata por senhor, por uma questão de tratamento comercial(professores e prestadores de serviços em geral) .Outra coisa: Em várias empresa de call center em que eu trabalhava,(Atento Brasil S/A – por exemplo) já recebia trotes do tipo: Você tem namorado? E já ameacei processar o suposto cliente, e quando eu contei às outras operadoras sobre a minha reação, elas ficaram embasbacadas com a minha coragem de enfrentar tanto o suposto cliente, como represálias da empresa. E sem contar que: em na empresa Contax S/A, as operadoras eram obrigadas a fazer ginástica laboral, ao som de funk, e quando questionado sobre tamanho desrespeito a mulher, os sobreanos alegavam que, era estratégia de motivação para que a produtividade rendesse mais.

  72. Estão levando muito ao pé da letra o ”fiu fiu”. O que queremos é apenas respeito. Ninguém é obrigado a caminhar na rua e do nada ouvir um ”GOSTOSA” ou um ”OOOH LA EM CASA”. Isso pra mim é não respeitar! Vocês que não conseguem entender isso merecem o meu silencio!

  73. Pingback: Como educar uma menina para enfrentar as cantadas? | CHÁ DE BERGAMOTA

  74. eu entendo a moça, tipo, pra uma moça de respeito, deve ser horrível escutar palavras e se sentir um objeto..O negócio é que a cultura e mídia colocam a mulher como objeto, e por causa de muitas piriguetes, (famosas ou não) as moças de respeito acabam pagando o pato… A mulher tem o direito de vestir-se do jeito que ela se sentir bem, mas tem que ter consciencia do mundo real que ela vive, vivemos em uma sociedade doente, infelizmente, tem muito tarado a solta por aí, a mulher tem que ter consciencia que ela vai chamar a atenção, querendo ou não, tanto de homens de bem, quanto de pervertidos e tarados, e a ela resta saber se cuidar e não dar motivos, pois a ocasião faz o ladrão, (eu sei que isso não soou agradável, mas fazer o quê? É melhor prevenir do que remediar, enquanto o dia que a mulher finalmente tenha seu devido respeito não chega. Meu conselho é que lutem por seus direitos, mas sem generalizar, sem se fechar, afinal, nem todos os homens são iguais…

  75. Pingback: Fiu-fiu! Harry está dançando AH LELEK com uma estrangeira chamada Korra | Aspirante a Escritora

  76. Me lembro bem da melhor cantada/elogio que recebi de um homem até hoje: um dia após finalizar o almoço num restaurante, um jovem senhor de uns 50 anos ao meu lado se ofereceu pra me ajudar a vestir meu sobretudo. Foi o maior ato de gentileza que recebi, um elogio muito bem colocado. Ou seja, nã é com fiufiu ou um “gostosa” na rua que se conquista uma mulher, a não ser alguma piriguete.

  77. Gostei muito da iniciativa de se falar sobre um assunto que, apesar de toda a liberdade de expressão atual, ainda considero como um tabu. Nem mesmo com as minhas amigas tenho a liberdade de falar sobre isso, parece que as mulheres passam por isso sozinha e caladas. Quando era mais nova (tenho 37 anos anos hoje) sofria muito com o assedio nas ruas, pois tinha que andar o pegar ônibus para ir para a escola ou trabalhar, era uma tormenta…acabei desistindo de me arrumar ou vestir uma roupa mais bonitinha para nao chamar a atenção. Sentia vergonha, tinha inveja das outras meninas que andavam como bem queriam e pareciam nao se importar com nada, mas que também provavelmente passavam pelo mesmo problema que eu. Hoje, apesar se ser mais velha, ainda evito andar com roupas chamativas ou muito curtas, shorts nem pensar, moro no Sul e quando alguma menina sai de shorts na rua parece que o mundo vai acabar de tanto que mexem com a pobre coitada….Me arrumo melhor nos finais de seman quando saio com meu marido aí eu sei que vou poder me enfeitar e ninguém vai me incomodar…já xinguei, já mostrei o dedo do meio, ja fiz cara feia, mas de nada adianta….
    Isso me irrita profundamente, acho uma invasão de espaço e privacidade. Em alguns outros países que ja visitei, isto nO acontece, as pessoas respeitam a individualidade de cada um, pode andar com uma melancia no pescoço que ninguém da bola…
    Gostaria muito de saber o que os homens que fazem isso acham que vão conseguir…alguns dizem que tem mulher que gosta, mas que tipo de mulher? Será que eles acham que a gente vai dar bola para um tipo desses? Por favor nos respeitem, como gostariam que respeitassem suas irmãs, mães ou esposas. Elas nao merecem passar por isso, merecem? E nos? merecemos?

  78. eu entendo q por trás de um fiu fiu pode haver qqr manifestação de machismo.. Por trás de um fiu fiu pode existir algo perverso? Sim. Assim como um “precisa de ajuda moça” pode ser um “quero te foder de 4, sua vadia”. Assim como o cara que ofereça ajuda no banco pode ser aquele q pretende levar toda sua grana. Assim como… assim como…

    Viver num mundo em que existem modos corretos de agir restringe as pessoas a serem melhores genuinamente. Essa questão de gênero que segmenta até um fiu fiu na escala richter de machismo, é mais nociva do q pode parecer. Afinal, se lutamos pela liberdade das pessoas, esses manifestos soam como espécies de ditaduras.

    Abraços

  79. Isso acontece muito também pois alguns homens se resguardam no falso direito de chamar de gostosa e ficar encarando seus peitos e sua bunda pois é “natural de homem”… Eu nunca entendi isso, como assim natural de homem?
    o Ser humano – entende-se homem e mulher – pode ser tão diferente?
    Se o homem mais bonito do mundo passa do meu lado eu não grito para ele e nem saio babando feito um animal olhando até ele sumir…
    Essa atitude é medonha e a justificativa “natural por que sou homem” seria aceitável se vc fosse homem das cavernas.
    Se não é, seja HOMEM e aja como tal. Seja educado.
    Já vi cenas de homem bater o carro para olhar outra e SIM a namorada ou esposa estava ao seu lado. Esse “homem” ao meu ver é um imbecil.
    Odeio a justificativa injustificável “porque eu sou homem”…

  80. Se eu passar por uma mulher linda e disser “Parabéns, você é linda!”. Isso se configura assédio? Ou seria elogio? Mesmo que eu não queira absolutamente nada com aquela mulher, estarei assediando? Isso é atitude extremista! Se o cara passar a mão em você na rua, isso sim, é assédio… se ele fizer um fiu fiu não, isso não é! Babaquice!

    • Vc, por acaso, costuma cantar ou ouvir cantadas na rua tão delicadas como a citada no seu comentário? Eu, que sou mulher, nunca ouvi. E mesmo se eu tivesse ouvido, ficaria pensando (porque reagir está fora de cogitação), “quem disse que eu quero saber sua opinião?”. Porque provavelmente, não, eu não estaria querendo. Em um dos comentários abaixo, uma menina sugere que o cara pergunte antes “Oi, posso te fazer um elogio?”. Achei formidável! Não somos obrigados a ouvir opinião de ninguém sobre nada, muito menos sobre nós mesmas, quando estamos andando na rua.

  81. Achei essa discussão o máximo (até que enfim!). Acho que aí começaremos a evoluir. Sem mais discussões. Eu ODEIO ser cantada, levar cantada na rua. A reciprocidade no olhar, ou uma tentativa de aproximação é o suficiente. Mas ser chamada de (prestem atenção queridos, porque é isso o que eu, sua mãe, sua irmã, sua filha ouvimos ao longo da nossa vida!): PEITÃO; QUE BUCETÃO; VOU CHUPAR ESSA BUCETA; GOSTOSINHA HEIN!; CHUPO TODA, BONECA; VAI OLHAR NÃO? SEU CABELO/PEITO VAI CAIR HEIN!… entre outras coisas mais ou menos escabrosas/inofensivas, eu DEFINITIVAMENTE NUNCA VOU ADMITIR!
    Mas graças a Deus, existem homens maravilhosos que nunca se rebaixam a um animal desses. Um grande Beijo a todos os homens que nos dão amor e liberdade.

  82. Infelizmente, ao meu ver, essas atitudes machistas de alguns homens nas ruas não vão mudar tão logo, a coisa mais certa a se fazer é ignorar, tentar ser imparcial. Se isto não der certo, se a atitude for mais além, podem chegar a chamar a polícia, ou alguém que ajude. Grande parte desse homens machistas, foram criados em ambientes também machistas, onde as mãe eram menosprezadas pelos pais. O que devemos fazer é criar e educar nossas crianças para que tratem ambos os sexos com respeito. Porém, não estou dizendo que a culpa é da educação familiar, estou comentando que um reforço em casa irá ajudar.

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  84. a mulherada põe enchimento, calça que empina a bunda, tudo bem apertado, exagera no decote, se acham “poderosas” e “gostosas” e reclamam que os homens sem educação mexem com elas…. Minha mãe me ensinou duas coisas: “primeiro você se dá ao respeito depois cobra dos outros” / e “por mais que uma mulher seja vagabunda, ninguém tem o direito de chamá-la por tal”. Tendo em vista que a mulherada anda vestida “bem melhor” que prostitutas, que funk e os hits sertanejos “safados” estão na moda, não sei o que tanto se reclama. Aprendam a ter modos, vestimentas e postura de uma mulher de respeito que eu duvido que “tantos” mexerão com vocês.

    • Quem define o que é ou não uma mulher de respeito?

      Seguindo a sua lógica se, para os meus padrões, você não é um homem de respeito eu tenho o direito de invadir o seu espaço e te desrespeitar?

      Sei não hein.

    • Rafael, não vou nem argumentar sobre a questão da roupa e do direito que temos de andar vestidas como quisermos, pois acredito que tu não entenderia. Mas, apenas para teu conhecimento, os lugares onde mais tem estupro são exatamente onde as mulheres andam mais “vestidas”, leia-se: Índia e países Islâmicos. Ou seja, estuda um pouco, pesquisa e só depois vem falar sobre como devemos nos vestir para “sermos respeitadas”. E dá próxima vez que tirar a camisa na rua, lembra: podemos te tocar, apertar, lamber e assobiar, afinal, tu não está te dando ao respeito!

    • Rafael, muitos em nossa sociedade tem o mesmo pensamento que você, independente do grau de educação, muitos culpam a forma como nós mulheres nos vestimos como resultado do que passamos nos lugares públicos e privados. Li aqui no blog um relato de uma menina que estava esperando o ônibus e um homem chegou como disse ela ” com o pau pra fora” chegou em casa foi contar para a mãe e a mãe perguntou o que ela tinha feito para o homem, pois ele não iria fazer isso gratuitamente… Vivemos em uma sociedade machista! onde vítimas de estupro muitas vezes são culpadas por serem estupradas! UM ABSURDO!
      ROUPA não faz ninguém! Andar em local público não faz do meu corpo público!!!!Querer ser livre não me faz diferente de ninguém. Para sofrer assédio basta ser MULHER!

    • Já a minha mãe me ensinou outra coisa chamada respeito. Não sei se você sabe, mas é algo sobre aceitar as pessoas como elas são. Não é porque você acha que tal mulher está se comportando mal que ela está se comportando mal.. só ela sabe o que passa na cabeça dela. A mesma coisa sobre roupas. Cada um veste o que é. Coloca enchimento aonde quer. Se for assim, porque tem tantos homens se bombando pra chamar a atenção? E aqueles homens que andam com a calça caída? É o estilo deles, não quer dizer que eles querem ser chamados de gostosos.

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  87. Gostei da iniciativa. Há alguns pontos que eu gostaria de colocar aqui e espero que fique como uma crítica construtiva. Olhando os comentários vi 3 pontos que achei que valia a pena comentar. Como é bastante trabalhoso ler TODOS os comentários talvez esteja me equivocando:

    1º Ponto (Mais informação)
    Acho que o site poderia se pautar em ser um pouco mais informativo. Por exemplo, eu fui descobrir de forma muito tensa (a ameaça de uma menina), que beijo lascivo pode ser considerado como estupro. Ou seja, beijar uma menina a força na balada, além de ser algo especialmente escroto, te faz um estuprador. Este tipo de informação, acho que deveria ganhar destaque no site, pois é uma informação valiosa para os dois lados, homens e mulheres de boas intenções.

    Outro exemplo foi de uma menina nos comentários que citou um texto fantástico do Xico Sá, que eu acho que deveria ter um destaque maior no site. Os depoimentos são bem chocantes e acho que é uma forma de interatividade fantástica.
    Mas…se vocês dessem espaço para as pessoas colocarem informação a respeito do tema… tipo…(o que é.. e o que não é estupro…Como denunciar…).Sei lá…..

    2 º Ponto (Qual a parcela de culpa da mídia nisso tudo?)

    Alguns movimentos com os quais já realizei discussões na internet as vezes separam os grupos de forma muito simplória. Tipo hétero x gay, católico x ateu, mulher x homem, feminista x machista. Eu espero que….apesar de não ter percebido isso fortemente em nenhum dos comentários…esse caminho não seja adotado. Porque os inimigos aqui não somos nós homens, e sim o comportamento machista que é adotado por membros de nossa sociedade. Inclusive mulheres!

    Isso mesmo, mulheres. Nunca vi, por exemplo, algum grupo (feminista ou não) protestar contra o concurso de miss bumbum ,ou promover iniciativas que ridicularizem essas coisas.

    Da mesma forma que eu não admito um sujeito como Alexandre Frota me representar como homem e fico indignado quando a mídia dá espaço para um sujeito destes…da mesma forma que eu me sinto um símio sem inteligência quando o pânico fica mostrando aquelas provas rídiculas com panicats…acho que as mulheres também deviam se revoltar contra a babaquisse de outras mulheres que vão mostrar calcinha em ensaio de escola de samba, marias chuteiras e tudo mais.

    Se você pegar qualquer um dos grandes portais referencia de mídia no Brasil, (globo.com,terra, yahoo, uol, r7 ) neste exato instante, e procurar alguma das palavras (“calcinha aparecer, boa forma, mostra corpão, silicone, pega pesado na academia”) eu considero quase impossível você não encontrar uma noticia relacionada. Tem alguma coisa errada aí…..

    Eu acredito que vivemos num mundo onde precisamos de referências.
    Isso parece se distanciar do foco da discussão da cantada.. e do abuso público…mas….
    Acho que também deveríamos fazer este questionamento: será que a referência que é passada sobre o que é a mulher hoje na sociedade… pelos nossos meios de comunicação….não estaria sendo meio equivocada…?

    Na minha opinião, mulheres que se sujeitam a participar desse mundinho midiático estão colaborando muito para formar novos machistas. Nem todos os homens tiveram um pai para dar rédeas. Vivemos numa sociedade onde grande parte das famílias é comandada por mães solteiras. Então sobra o que para os seres que não tem acesso, nem discernimento, para buscar informação em bons veículos* ?

    Sobram só os conselhos de irmãos mais velhos, primos, colegas da pelada…revistas pornográficas…filmes pornôs…cantores de funk…e nem sempre essas são “referências seguras”….

    Resumindo bem, eu gostaria de saber a postura de vocês quanto a Andressa Urach, Mulher Melão, Nana Golveia, Tati Quebra-barraco e outras mais…..

    3 º Ponto (Cantada e um elogio dado em público por um desconhecido…são a mesma coisa pra vocês?)
    Minha irmã já foi chamada de “Princesa” de “Morena”..na rua…e eu não vejo nada de errado nisso.

    * Exemplo de bons veículos de informação pra mim:
    – Portal papo de homem…blog do gustavo gitti…blog do xico sá..te dou um dado (que ridiculariza as sub-celebridades)…revistra trip… só para citar alguns….

    • Brilhante texto, Cesarant. Apreciei cada tópico como alguém que bebe uma água fresca ao chegar de um deserto. Comparemos a água a palavras sábias, e o deserto aos elencados em teu texto. Acredito que os tópicos 1 e 3 sejam motivos de abertura de mais e mais debates sadios, pois ouço de mulheres que mudam seu dia de mau para bom após receberem “mexidas”, quando estão se sentindo verdadeiros “lixos” em casa, devido a estarem na companhia de maus homens. É claro que há ‘cantadas’ e “Cantadas”. Uma bem criativa, bem humorada, respeitosa, pode elevar a autoestima feminina. As demais, principalmente com palavras de baixo calão, só causam revolta e, dependendo do ambiente, medo.

    • cezarant, gostei muito do seu texto. Mas discordo alguma coisa em relação ao item 2. Tipo, por que vocês homem não deixam de comprar Playboys? Tem o “produto” porque tem quem compre! Aqui no Brasil não temos aulas sobre sexualidade, de modo que Playboys e etc são vistos como uma coisa horrorosa… Mas quem nunca…? Entende o que eu quero dizer? Sem entrar numa discussão religiosa, por favor… A violência tem que parar, independente do quanto as pessoas se expõem, isso é importante pra mim.
      Sobre o item 3 – você é homem, deve brincar com seus amigos chamando por nomes diversos… Não é o que você diz, é a intenção que você diz. Se você me der um bom dia, me chamar de princesa, eu vou sair tímida e nem vou te responder, mas vou ficar feliz. Mas, já recebi uma cantada pornográfica que me fez chorar… Invista numa boa conversa, eu juro que pelo menos eu iria parar pra ouvir….

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  91. Muito boa iniciativa! Quem está comigo usualmente (minha mãe, meu namorado, meus amigos) percebem demais esse tipo de coisa e falta dar em briga! Eu normalmente nem percebo ou prefiro nem ouvir. Mas é muito agressivo sim! Não é elogio!!!!

  92. Engraçado essa sua abordagem, pois há pouco tempo atrás estava pensando sobre isso. Tenho duas filhas uma de 12 e outra de 10 anos. A mais velha já começa a chamar atenção do sexo oposto. Mesmo que ache repugnante um homem adulto olhando para ela isso é fato, eles olham. Então , houve uma ocasião em que vi ela sendo observada por um cara muito mais velho( de uns 20 anos de idade) e isso me indignou de tal maneira, mesmo que ela não tivesse sido abordada de nenhuma maneira. Mas tirei satisfação com o sujeito. Mas o ponto foi que por esse motivo sendo homem me coloquei pela primeira vez no lugar de uma mulhe e percebi como deve ser difícil ser mulher no sentido de desproteção, vejo como ser homem é mais “livre”. Não sentimos medo de sermos abordados dessa maneira tão ameaçadora e desrespeitosa e o que é pior aceita pela maioria. Nós homens no máximo que evitamos são lugares por medo de assalto. E vi como deve ser angustiante e medonho para uma mulher ser abordada de uma maneira rude por um homem. E estou completamente a favor da sua iniciativa. Original e completamente legítima.

    • Fico feliz que você como Homem pode sentir e refletir sobre este assunto. Penso que a maioria dos homens devem passar por esta situação como a tua, para refletir e entender sobre este assunto. tão delicado para as mulheres e tão incompreendido pelos homens. Mais do que parar com o fiu fiu o sexo masculino deve respeitar o feminino.

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  99. Concordo plenamente com essa iniciativa, pois hoje em dia vemos um grande aumento quanto a falta de respeito com as mulheres, por conta de uma sociedade machista e tbm pela falta de punição de certos agressores, q usam essa falta de punição para agredir, humilhar e desrespeitar as mulheres. Aos meus 39 anos, tenho plena convicção de que para se conquistar uma mulher são necessários dois elementos fundamentais…o romantismo combinado com o respeito!

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  102. o machismo que dá permissão pra que quase qualquer homem pense “sim: todas as mulheres estão disponíveis e prontas para procriar” – é o que chamo de “machismo biológico” – uma espécie de necessidade de auto-afirmação da sexualidade/virilidade-sempre-que-possível. A intimidação da mulher é apenas um dos tipos de auto-afirmação.

    O PIOR desta “cultura do macho-viril-que-se-impõe”, é que ela não é passada em sessões secretas masculinas ou rituais macabros em templos, onde apenas os homens entram – o machismo é fruto da convivência com outros homens, da força cultural que o meio social impõe, MAS PRINCIPALMENTE (e terrivelmente) é aprendido com as Mães. E aí que, na minha opinião entra o lado mais perverso dessa história.

    Mudar a cabeça da própria mulher sobre o papel que seus filhos precisam desempenhar, desde a mais tenra idade, é um serviço complicado de se realizar. Muitas das mesmas mulheres que são intimidadas, desrespeitadas, e muitas vezes, até mesmo agredidas por um homem, acham lindo um filho “namoradeiro e viril” a qualquer custo, e acham normal que ele “EXERÇA sua masculinidade” sobre mulheres, enquanto por outro lado, fragilizam, menosprezam e incapacitam as próprias filhas colocando-as em papéis sociais pré-estabelecidos como “isso não é coisa de menina” ou “menina não pode”.

    É necessário aprendermos juntos que Gênero não é premissa de capacidade para desempenhar funções – força de vontade, afinidade e competência são a chave para o sucesso.

    As próprias mulheres, são a maior força contra o machismo!
    As mães, tem papel fundamental nesse processo de evolução da cultura do meio q vivemos!
    Acaba-se com o machismo, a partir de casa, assim como qualquer outro “mau-hábito” social… EDUCAÇÃO VEM DO BERÇO!

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  110. Pingback: Assédio nas ruas: retrato da opressão da mulher nos espaços públicos. | Yasmin Curzi

  111. Em minha opniao, chega de fiu fiu é uma iniciativa melhor do que a queima de sutians na decada de 70. O movimento deveria ser mais divulgado pois, o texto mostra como realmente as mulheres se sentem quando sao assediadas por desconhecidos nas ruas. O fato de uma mulher mostrar suas pernas usando um vestido ou um shorts nao autoriza qualquer desconheci a passar por ela e logo soltar o que talvez ele chame de “elogio” mas que na verdade é uma ofensa. É absurdo uma mulher ter que pensar na roupa que vai sair, que horas vai voltar e por onde vai voltar só por causa do assedio que pode sofrer. Eu mesma posso servir de exemplo. Em um dia de muito calor, sai de casa com um vestido de comprimento medio e, apos entrar no onibus, o motorista me ofendeu. Sim, é uma ofensa voce ser assediada ate pelo motorista de onibus. As pessoas nao podem respeitar umas as outras ate em seus horarios de trabalho. Em alguns casos, nao precisa nem estar mostrando alguma parte do corpo, sempre tem alguem que vem e fala algo pra voce. O movimento “chega de fiufiu” deveria ser muito mais divulgado para homens se colocarem no lugar das mulheres e rever seus conceitos de elogio pois nenhuma mulher gosta de ser chamada de gostosa só pelo fato de andar desacompanhada na rua.

  112. Concordo, com as palavras de karin Hueck, porque é falta de respeito as atitudes dos Homens nas ruas.
    Poxa será que nós mulheres vamos ter que ficar de cabeça baixa, e deixar essa situação se agravar? Não!!! Devemos tomar algumas atitudes para que isso pare de uma vez!? Quando li o artigo fiquei horrorizada ao ver que o assedio esta aumentando de uma forma assustadora. “Isso tem que parar, vamos lutar.” THAMIRES 3°A

  113. Eu achei a ideia da autora muito interessante. Pois ela expôs os pensamentos femininos de forma clara e soube dizer exatamente o que nós mulheres sentimos quando alguma babaca mexe com a gente na rua. Ao meu ver as mulheres não deveria se privar de usar suas roupas por medo de julgamento ou agressões masculinas. Já passei por assédios e sei como é ruim isso então, eu super apoio a dona do blog, quem sabe assim as pessoas consigam entender o que a gente sente. ANDRESSA CRISTINA 3ºA

  114. Concordo com essa iniciativa, porque a falta de respeito vem crescendo a cada dia mais, nós mulheres “não estamos podendo” mais nos arrumarmos para ficar mais bela e sair na rua que logo já escutamos as cantadinhas de mal gosto e ofensivas. Os homens não sabem apreciar uma mulher charmosa sem ofendê-las com palavras “tá mais que na hora” de nós mulheres tomarmos uma atitude sobre o assunto, talvez isso seja um começo. JESSICA ANTUNES 3ºA

  115. Olá,CONCORDO com a autora,por mais que eu seja homem,não gostaria que falassem nada deste tipo para minha irmã ou mãe…Acho que deve haver respeito para com as mulheres,pois sem elas quase nada seria possível.E cantadas? pra que isso? Se tu se interessou pela moça,vá e converse como homem e não de cantadas como animal,e se houver algo a mais que uma conversa,deve se chamar a polícia,pois é um abuso. Portanto concordo com a autora em relatar e expor todos os abusos que as mulheres sofrem.

  116. Infelizmente esse tipo de coisa acontece todos os dias, não importa o horário.
    Comigo já aconteceu, de estar andando na rua e um cara de carro parar me abordar e começar a me assediar com palavras e gestos obscenos.
    Esse tipo de atitude transforma nós mulheres menos confiantes nos homens, e cada dia mais inseguras nos locais públicos.
    Concordo plenamente com a matéria da autora, e fico pensando se continuar assim como teremos que nos comportar em nosso dia a dia?!
    Temos que arranjar uma solução para esses problemas? Ou sera que os homens vão se conscientizar e parar com esse absurdo?

    Att : Laís Rodrigues 3º NA

  117. concordo com a iniciativa, pois é horrível anda na rua e sempre ter algum homem mexendo com nos mulheres. temos que dar um basta para essa atitude. homens que ficam mexendo com as mulheres, isso ocorre sempre na rua nao importa qual for a hora… eles precisam ter mais respeito com as mulheres. tem que haver uma solução para tanto abuso, nos mulheres temos que acha um modo de mostra para os homem como isso nos incomodam..

  118. Achei uma otima iniciativa de juliana por ter criado o blog a respeito do assédio em que as mulheres sofrem em todos os lugares,acho uma falta de srepeito do homem a mulher hoje em dia,antigamente o homem tratava a mulher com o romantismo mas hoje em dia representa isso em forma de assedio ou cantada,tem varias mulheres que gostam desse assedio pois há mulheres que usam calça apertada,blusinhas com bastante decote para mostrarem ainda mais os seios,usam roupas muito curtas para mostrarei ainda mais o corpo e também usam a estetica para ter notadas ainda mais na sociedade,mas há mulheres que não gostam de jeito nenhum desse jeito de comportamento do homem, e eu sou uma delas, ja recebi cantadas inumeras vezes principalmente na rua, “linda”, “que mulherao”,”que morena”,”gostosa”,e entre muitas e acho isso um falta de respeito a mulher, acho que se o homem acha que uma é mulher linda,um mulherao deve-se guardar a opiniao e comentario pra ele mesmo, e nao saindo e soltando o verbo o verbo por ai.

  119. Excelente iniciativa, pois é horrível você sai de casa e acabar se deparando com um desses babacas, que não tem o que fazer, e ficam fazendo essas brincadeiras de mal gosto. Não gosto nem um pouco dessas atitudes de moleques, ate porque se fossem homens de verdades não fariam isso, e aprovo totalmente essa Campanha. ANA CAROLINA B. DAS NEVES 3ºA

    • Acho que só um ser incapaz de viver em sociedade pode pensar que uma mulher não merece respeito simplesmente por ser do sexo feminino. Ou pior até: se um ser acha que tem direito de passar num ponto de prostituição e violentar e machucar uma prostituta por causa desta opção de vida/profissão ele tem que ter a sua existência na terra abreviada. Independente de questões familiares, religiosas, morais ou jurídicas, não penso que por ser homem tenho direito de violentar qualquer mulher independente do que ela seja na vida e por uma razão muito simples: se eu violar uma mulher a estou machucando de uma forma tão profunda que eu não conseguiria viver sabendo que fiz ela passar por isso. Se um estuprador soubesse quanta dor ele pode causar numa vítima ele não o faria. Se eu estupro vc sabendo o quanto vc vai sofrer com isso é pq eu não sou mais humano ou talvez nunca tenha sido e por isso tenho que ser exterminado da forma mais exemplar possível.

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    • Campanha interessante contra o assédio sexual em lugares públicos. Cabe às mulheres se valorizarem e evitar vestir aquele micro short de quando ela tinha 11 anos, agora que está aos 18. Depois não adianta reclamar.

      • Olá Daniel Guedes, se valorizar é deixar de ser machista, ok? A campanha contra o assédio não é para as mulheres evitarem shorts, mas para os homens aprenderem a respeitá-las independentemente de usar short/calça/saia/vestido/decote/top ETC. Agora você tem duas opções, ou você pode continuar reproduzindo essa cultura de estupro que transfere a culpa do agressor para a vítima que diz que “depois não adianta reclamar” ou você pode libertar-se disso, perceber que a culpa NUNCA é da vítima, e juntar-se a nós na luta feminista! Dica: a segunda opção é a melhor ;)

      • Olá Daniel Guedes, se valorizar é deixar de ser machista, ok? A campanha contra o assédio não é para as mulheres evitarem shorts, mas para os homens aprenderem a respeitá-las independentemente de usar short/calça/saia/vestido/decote/top ETC. Agora você tem duas opções, ou você pode continuar reproduzindo essa cultura de estupro que transfere a culpa do agressor para a vítima que diz que “depois não adianta reclamar” ou você pode libertar-se disso, perceber que a culpa NUNCA é da vítima, e juntar-se a nós na luta feminista! Dica: a segunda opção é a melhor ;)

      • Meu Deus, ainda? Não, Daniel. Cabe a todas as pessoas respeitarem a todas as pessoas, independentes de seus critérios de moda ou valorização. Se você acha feio e indecente a moça de 18 usar o microshort, tem todo direito de pensar isso. De assediá-la, não. São esses critérios intolerantes que tornam páginas como essas necessárias.
        Porque tá muito atrasado, viu. Já era pra ser senso comum há muito.

      • Daniel Guedes, não importa a roupa que uma mulher use, isso NÃO da o direito de um homem assedia-lá. Homem não é um bicho irracional que não consegue se controlar perto de uma mulher de shortinho(eu pelo menos não sou) temos que ensinar o homem a respeitar a mulher independente da roupa.

      • Pq ela usa o short de qdo ela tinha 11 anos dá o direito do homem mexer com ela e até estuprar?
        Ela pode não ter bom senso de ridiculo mas não está dando o direito se ser violentada.

        Engraçado, deveriamos fazer o contrario, uma manifestação assim, pegar um bando de mulheres e qdo passar um homem da rua passarmos a mão nele, mexer com ele, joga-lo no chão… o q vc acha?

        Os homens podem sair por ai exibindo seus tanquinhos ou barris e a mulherada olha e “aprecia” ou não, nem por isso ela vai chegar perto dele e falar, “e ai tesão”.

        Se há um troca de olharem e os 2 acharem que devem/podem conversar é outra coisa!

      • Pq sera que ninguem precisa ensinar os meninos a nao andar sem camisa??? pq sera que os homens se sentem a vontade para correr no parque sem camisa e eu nao tenho coragem de ir sozinha (mesmo usando burca???)

    • Nossa, quase fui linchado neste espaço. Com violência vocês não vão chegar a lugar algum, na democracia todos temos direitos de opinar.
      Sou casado, adoro as mulheres de uma forma geral, não há como existir no mundo sem a aprovação de uma mulher, nossa mãe.
      Não acho machismo falar que as mulheres poderiam se cuidar mais afim de evitar exposições desnecessárias a algo que infelizmente já está enraizado em nossa cultura.
      Sou contra o fiu fiu, nunca o pratiquei, e muito menos seria a favor de estupro que é crime e tem seu enquadramento devido em nosso código penal. Porém, com minha experiência de vida, entendo que toda ação tem uma reação, seja ela agradável ou não. Eu, particularmente, adoro andar de cueca dentro de casa, mas sei das consequências que teria se arriscasse algum dia a sair de cueca às ruas. Se preciso ter o mínimo de atenção e respeito no trabalho ou no dia a dia, tenho que vestir paletó e gravata, mesmo no calor de Recife.
      Acredito que se em paralelo a esta campanha contra fiu fiu, viesse algo que fosse contra a super exposição da mulher na mídia e sociedade de uma forma geral, seria de maior eficácia. Hoje presenciamos mulheres de fio dental para comerciais do mais variados segmentos de produtos, sem falar no movimento funk que trata as mulheres como objetos sexuais inanimados e ainda expõe este tipo de comportamento banal às nossas crianças.
      Não estou dizendo que as mulheres deveriam usar burcas, mas não há como conquistar respeito na sociedade vestida como Anita ou Carla Perez à época do tosco movimento baiano. Na minha casa, se minha esposa por descuido, veste algo que consideraria vulgar, temos uma conversa democrática e aberta e ela sempre acaba cedendo. Alias, poucas foram as vezes que estas conversas foram necessárias, afinal eu jamais casaria com uma dançarina de funk.
      Sinto vergonha quando vou num ambiente familiar, cheio de pais, mães e crianças e me deparo com garotas que parecem mais strippers, expondo-se apenas para comprar um sanduíche. Isto é muito desnecessário, como não será tratada como prostituta se veste-se como prostituta? Sensualidade é diferente de exposição. Vivemos nos dias que a Rede Globo informa que está na moda ser piriguete, os valores estão invertidos.
      Apenas vocês mulheres podem mudar esta sociedade machista que acha que entre um round e outro de MMA tem que haver uma mulher de biquíni, que para vender um creme dental é necessário a exposição de bundas e peitos avantajados, que para um programa familiar de domingo é necessário dançarinas seminuas para atingir algum Ibope. A culpa desta desvalorização é apenas de vocês, os belos corpos femininos jamais deveriam ser postos em prateleiras junto a qualquer produto industrializado. Vocês são únicas, não tem preço!

      • Olá Daniel! Gostaria de deixar minha opinião também. Li o que você escreveu, e gostaria de responder a todos os seus argumentos, com todo o respeito.

        “Nossa, quase fui linchado neste espaço. Com violência vocês não vão chegar a lugar algum, na democracia todos temos direitos de opinar.”

        – Você não foi quase linchado, as respostas foram isentas de violência ou assédio verbal ao seu argumento. Como você disse, na democracia todos temos direitos de opinar.

        “Sou casado, adoro as mulheres de uma forma geral, não há como existir no mundo sem a aprovação de uma mulher, nossa mãe.
        Não acho machismo falar que as mulheres poderiam se cuidar mais afim de evitar exposições desnecessárias a algo que infelizmente já está enraizado em nossa cultura.”

        – Pois é, mas esse enraizamento da nossa cultura, que consequentemente trata tais tipos de exposição algo “desnecessário”, é exatamente o que nós queremos arrancar. Assim como o racismo, homofobia, sexismo e etc. Afinal, é isso que o feminismo trata: os direitos iguais para todos; tanto transsexuais, homens, mulheres, não-binários e etc.

        “Sou contra o fiu fiu, nunca o pratiquei, e muito menos seria a favor de estupro que é crime e tem seu enquadramento devido em nosso código penal. Porém, com minha experiência de vida, entendo que toda ação tem uma reação, seja ela agradável ou não. Eu, particularmente, adoro andar de cueca dentro de casa, mas sei das consequências que teria se arriscasse algum dia a sair de cueca às ruas. Se preciso ter o mínimo de atenção e respeito no trabalho ou no dia a dia, tenho que vestir paletó e gravata, mesmo no calor de Recife.”

        – Daniel Guedes, obrigada por ser contra o fiu fiu e contra o estupro. Porém, infelizmente, a cultura do estupro existe. O estupro é um crime, porém a cultura deste não. Dizer que usar um minishort é igual à desvalorização da mulher, inconscientemente você contribui para a cultura do estupro, que por acaso volta ao tópico passado: queremos tirar essa raiz da cultura brasileira, e não assumir mais poder aos homens.
        Sair de cueca, sutiã e calcinha nas ruas é atentado ao pudor. Normas de vestuário no trabalho são normas da empresa. Ir a um local público com roupas é um direito como qualquer um. Não importa se é um minishort, uma saia, uma burca, uma fantasia de palhaço. Isso não dá o direito a uma pessoa assediá-la, além do que, o estupro e sua cultura acontecem mesmo em casos em que as roupas não são “inapropriadas”, em relação à cultura do estupro. Uma imagem: http://bit.ly/1dth4SB

        “Acredito que se em paralelo a esta campanha contra fiu fiu, viesse algo que fosse contra a super exposição da mulher na mídia e sociedade de uma forma geral, seria de maior eficácia. Hoje presenciamos mulheres de fio dental para comerciais do mais variados segmentos de produtos, sem falar no movimento funk que trata as mulheres como objetos sexuais inanimados e ainda expõe este tipo de comportamento banal às nossas crianças.”

        -Novamente, exemplos para contribuições à cultura do estupro. A superexposição da mulher não é da sua, da minha ou da conta de ninguém. Já o que a mídia nos apresenta sim.

        “Não estou dizendo que as mulheres deveriam usar burcas, mas não há como conquistar respeito na sociedade vestida como Anita ou Carla Perez à época do tosco movimento baiano.”

        – Claro que há! O movimento feminista está aqui!

        “ Na minha casa, se minha esposa por descuido veste algo que consideraria vulgar, temos uma conversa democrática e aberta e ela sempre acaba cedendo. Alias poucas foram as vezes que estas conversas foram necessárias, afinal eu jamais casaria com uma dançarina de funk.”

        -Por descuido? Eu diria vontade própria. Que consideraria vulgar? Que você e os sexistas considerariam vulgar. E ela –sempre- acaba cedendo? Tem certeza que a conversa foi democrática? Na democracia, a palavra “sempre” em termos como: –sempre- ganhar, -sempre- ceder, -sempre- perder não acontece.

        “Sinto vergonha quando vou num ambiente familiar, cheio de pais, mães e crianças e me deparo com garotas que parecem mais strippers, expondo-se apenas para comprar um sanduíche.”

        – A menina que quer comprar um sanduíche, só quer comprar um sanduíche, não importa a roupa que ela veste.

        “ Isto é muito desnecessário, como não será tratada como prostituta se veste-se como prostituta? Sensualidade é diferente de exposição. Vivemos nos dias que a Rede Globo informa que está na moda ser piriguete, os valores estão invertidos.”

        – Senhor, as prostitutas, as strippers, as cam girls são trabalhadoras. Fora do trabalho, são mulheres e precisam ser tratadas como mulheres, independente da roupa delas. E sim, sensualidade é diferente de exposição, as mulheres que expõem suas peles não querem ser tratadas sexualmente.

        “Apenas vocês mulheres podem mudar esta sociedade machista que acha que entre um round e outro de MMA tem que haver uma mulher de biquíni, que para vender um creme dental é necessário a exposição de bundas e peitos avantajados, que para um programa familiar de domingo é necessário dançarinas seminuas para atingir algum Ibope. A culpa desta desvalorização é apenas de vocês,”

        – Assim como Maria Gusmão disse sobre a transferência da culpa do agressor/agressora para a vítima. Ninguém quer ser desvalorizado, Daniel. Ninguém sonhou ser oprimido.

        “ Os belos corpos femininos jamais deveriam ser postos em prateleiras junto a qualquer produto industrializado. Vocês são únicas, não tem preço!”

        – Obrigada.

        • Ok Bia Hcc, estou sempre aberto a diálogos, acho que algumas abordagens sua merecem réplica;

          1 – Acho o comentário: “Você ainda tem coragem de entrar aqui e deixar um comentário idiota desses D. G.?” violento e desnecessário. Claro que exagerei um pouco quando usei o termo linchamento, claramente proposital.

          2 – Os movimentos feministas foram responsáveis por tirar as mulheres do fogão, mas hoje tem o dever de coloca-las nas diretorias das grandes empresas, disputando o mercado de igual pra igual com homens. Podemos perceber que em muitos países desenvolvidos, as mulheres assumiram muito competentemente posições de chefia nas empresas, o mundo corporativo reconheceu o valor das mulheres, sem que fosse preciso vestir shortinhos na frente das fábricas. Duvido muito que as mulheres do hemisfério norte não usem shortinhos apenas pelo clima.

          3 – Existem pessoas doentes, psicopatas, que matam, estupram, esquartejam pessoas por mero prazer. Para estas pessoas a vida humana vale o mesmo que a de uma barata. São doentes, que em muitos países são considerados como irrecuperáveis, geralmente condenados a prisão perpétua. imagine um alcoólatra, lutando para se livrar do vício e alguém passa com uma cerveja bem gelada a sua frente… Não é melhor prevenir que remediar?
          Quantas vezes evitei sair com a camisa do meu time, após ter perdido o jogo, apenas para evitar confusão.

          4 – Uma menina que quer apenas comprar um sanduíche, não precisa sair de casa seminua apenas para não sujar a roupa de catchup.

          5 – Quem quer andar nu em público, deve procurar uma praia de nudismo! Não se pode fazer roleta russa com o corpo e depois reclamar das consequências.

          6 – Pelo pouco que conheço das profissionais do sexo, elas se vestem como prostitutas apenas na hora de seu trabalho, para provocar seus clientes do sexo masculino, fora de seu expediente são pessoas normais que não possuem tatuagem na testa com o dizer “whore”. Além de tudo, as profissionais do sexo tem sua clientela reduzida pelas pré-adolescentes que vão comprar sanduíche com vestimentas concorrentes.

          7 – O que o movimento feminista pensa das mãe que produzem filhos machistas?

          8 – Quem quer ser valorizado na vida, procura estudar e trabalhar bastante para ser reconhecido pela sociedade. O fato de andar seminu não agrega valor algum ao ser humano.

          9 – As mulheres brasileiras não estão cansadas de terem fama de prostituta lá nas gringas? Porque é que toda mulher com passaporte brasileiro quando desembarca em Barcelona precisa provar que não é prostituta, mesmo que esteja apenas precisando coletar alguns dados para sua pós graduação. Os shortinhos não só prejudicam neste caso?

          10 – A maneira que o Femme protestou ano passado na vinda do papa, inserindo objetos sacros no ânus e vagina na frente de centenas de pessoas que esperavam a passagem do simpático papa argentino, acrescentou o que ao movimento feminista? O Femme é uma aberração que protesta apenas porque a polícia do Canadá, educadamente pediu que as estudantes universitárias trajassem roupas mais compostas devido a uma onda de estupros que tanto dava trabalho a polícia.

          O fato de alguém pedir que as mulheres usem roupas alguns centímetros mais longas não isenta estuprador de culpa, apenas é uma medida para tentar minimizar o número de casos de estupros, claramente realizados por homens doentes, perversos e que devem apodrecer na cadeia. Nestes casos não há inversão de culpa nenhum, apenas uma dificuldade da polícia em encontrar os marginais que muitas vezes são beneficiados pela falta de queixa das vítimas.

          • Resposta ao daniel
            1-Sim, seu comentario foi realmente idiota por transferir a culpa do assédio para o tamanho do shorts da menina. Ela referiu a seu comentario e não você
            2- ela não disse que é preciso shortinho para conseguir alguma coisa, seu exemplo não fez o menor sentido. e as mulheres do Hemisfério norte podem usar shortinho simplesmente por vontade, qual o mal?
            3-Daniel, a maioria dos estupros é feita por parentes ou amigos, pessoas que veem as meninas com varias roupas antes de estupra las. e seguindo seu raciocinio seria algo tipo: Não vou usar shortinho hoje, é capaz de ter psicopata perto do shopping.
            4-Uma menina não precisa sair com pouca roupa para comprar sanduíche. Mas se ela quiser? deve ser crucificada por isso?
            5- andar nu em público é atentado ao pudor no brasil, mas já te disseram isso.
            6- você esta insinuando que só pela menina usar short curto para comprar saduíche ela faz sexo com varias pessoas? percebe seu pré conceito ai daniel? E se ela fizer, o que tem?
            7-Eu acho triste que isso acontece com frequência porque a maioria das mães são mulheres que ficam obedecendo o marido(aparentemente, como sua esposa faz) e acaba passando para frente este modelo homem antiquado(o machista)
            8-Estudar, trabalhar, usar roupas que a sociedade acha aceitavel é uma coisa que muita gente busca. Mas isso não faz com que a pessoa de roupa curta ou/e sem estudo seja menos respeitada(não gosto de valor, é como comparar preço de objetos)
            9-Bom, primeiro tem que tirar o pensamento que prostituta é automaticamente má pessoa. e de novo você esta colocando a culpa na mulher por ser mal tratada simplesmente por usar um tipo de roupa. Shortinho ou não, ela merece respeito, ponto.
            10-femme é considerado pela maioria dos grupos feministas como não feminista.

            a a maioria dos estupros não são causados pelo tamanho da roupa ou doença mental, a maioria dos estupros vem da mentalidade que homem manda na mulher e que ela esta aqui para nos satisfazer. É cultural, tanto que ela passa a ter o sobrenome do marido quando se casa, seu novo dono. Não é o tamanho do shorts, número de doentes mentais, é a sociedade que necessita mudar

        • Acho que existem equívocos de ambos os lados. Concordo plenamente que a culpa da ação deva recair sobre o autor do assédio, da provocação. A responsabilidade de um desrespeito, de uma transgressão é individual. Estou de acordo com tudo isso. Direitos são direitos e devem ser respeitados acima de tudo. Porém, não se deve idealizar uma sociedade aonde todos iremos ser respeitados igualmente através dos direitos. Concordo, por outro lado, que uma sociedade mais respeitosa exige que se respeite as mulheres desde a educação mais básica, na família, na escola, etc.

          O ser humano, homem ou mulher, como todos conhecemos transgridem os direitos a todo momento e continuarão a transgredi-los mais ou menos. Eu sonho com uma sociedade aonde essa transgressão seja a mínima possível, mas não idealizo uma sociedade aonde não exista mais nenhum caso de agressão ou estupro possível. É como se eu pregasse para o fim da “cultura do assalto, roubo ou furto”, tarefa impossível. A culpa sempre é do agressor, disso não há discordância. No entanto, evitar certos locais com certos tipos de roupa é uma precaução de qualquer ser humano, homem ou mulher: eu, por exemplo, não andaria com visíveis roupas de marca e relógio rolex em locais que considero perigosos da minha cidade. E, provavelmente, não idealizaria a cabeça de meu filho ou filha de que você é livre para fazer o que quiser, andar na rua do jeito que queira e de que a culpa é sempre externa, sempre a dos outros. Não sejamos ingênuos a esse ponto. As coisas no mundo acontecem sistemicamente. A sociedade liberal, atomizada, no limite não é possível de existir. Essa é a maior falha do feminismo liberal atual. Estamos a todo momento nos confrontando com o coletivo e com os outros indivíduos.

          Felizmente ou infelizmente, seres humanos são seres cindidos: seres que possuem liberdade e que podem ou não agir pela razão e seres que possuem natureza e que são impelidos ou não pelas nossas próprias pulsões. Por causa disso que criamos as leis e o Estado: para nos salvaguardar dos riscos que os outros seres humanos podem infligir em nós.

          PS: não me entendam mal. Defendo todas as pautas feministas, defendo um futuro melhor tanto para homens como para mulheres, mas não acredito que elas vão superar algumas desigualdades que são mais profundas, que apontam para além da liberdade do ser humano.

        • Que interessante, você que se diz feminista e é a favor da discussão sobre o assunto pelas mídias sociais não aceitou meu post porque talvez discordava de sua opinião. Aos meus amigos tudo, aos inimigos o silêncio. Isso me cheira a censura…

          • Jonas,
            Seu comentário estava na fila para aprovação.
            Existe apenas uma moderadora de comentários na Olga, essas coisas levam tempo.
            E esse seu novo comentário mostra que você realmente não sabe do que fala. Na pressa, sai julgando quem estiver pela frente.
            Isso explica bastante sua opinião no comentário anterior.
            Abraços,

      • ei Babaquinha, se vc mandar uma mulher vestir uma roupa de freira pq vc tem a consciência irracional e não controla “o saco do papai noel” esquece que vivemos num brasil de miscigenação, tropical, e com certeza o errado não são as roupas das “índias”, mas sim as mãos e cérebros sujos. Não esquecendo o Aquecimento global. Obs.: cansei de falar Docemente que não suporto cantada quando tenho o direito de vestir roupas curtas pq o dia tá quente demais e os homens tem o dever do respeito. Desculpa o xingamento, mas estou de TPM hoje e em qualquer cantada.

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  127. Daniel Guedes, seu comentário é mesmo uma aberração. Por que se dá ao trabalho de voltar aqui? Ninguém está interessada na sua opinião sobre o tamanho do short de ninguém, nem quais rumos o movimento feminista deve tomar, nem se manifestantes estão certas ou erradas em protestar contra uma instituição misógina como a igreja católica. Ninguém se importa. Você é só mais um machista que temos que suportar com a mesma conversa fiada de sempre. Ah, e nós nos preocupamos muito mais com homens como você do que com qualquer mãe de filho machista. Os estupradores você pode dizer que são “doentes” e a sua desculpa, qual é?

    • Este é o problemas de vocês feministas, acham que podem protestar de qualquer maneira como no caso do FEMME e que fazendo top less coletivo vai resolver alguma coisa, quando só piora pra vocês. Não adianta protestar que as mulheres não são objeto, agindo como objeto.

      Até parece que no nosso país, se algum homem estuprar uma mulher não vai ser preso. Temos leis rígidas quanto a este tipo de crime e diz a lenda que os estupradores ainda precisam passar por um jumento para ter se arrepender do que fez na cadeia. Bem diferente da Índia e África do Sul que os estupradores agem impunimente e lá sim as mulheres tem motivos para protestar.

      Se você acha que um diálogo contrário a sua ideologia não é bem vinda, ótimo, isto prova o quão pronta você está para viver em sociedade. Mulheres merecem valor, quando se dão valor. Vão protestar contra a Sabrina Satto e cia que jogam a imagem da mulher brasileira na m****!

      • Ninguém quer diálogo com você mesmo. Só volte aqui se for para responder a minha pergunta “Qual é a sua desculpa?” Pare de vomitar machismo nesse espaço. Homens do seu tipo valem menos que o cocô do cavalo do bandido…

      • Nós, feministas? Continuamos agindo como objetos? Desculpa, você entendeu errado – o único que falou a palavra “objeto” aqui foi você, isso não saiu da nossa boca! A propósito, você devia pesquisar sobre o movimento feminista porquê você está equivocado…

        Honestamente, criatura, eu andava feito uma mendiga na rua só pra caras idiotas não mexerem comigo, porque eu achava que eu estava me “dando o valor”. Você acha que isso evitou os comentários machistas ou abuso? Sinto te dizer que não! Surtiu o efeito contrário – eu fiquei com vergonha de ser mulher. Mas eu sinto mais vergonha de homens que, como você, não entendem que o problema real é o abuso de vocês, não a nossa ousadia em mostrar as pernas e os peitos, cara! é o modo ofensivo que vocês tratam! Todo mundo tem direito a andar na rua com a roupa que lhe convir sem ser parado ou julgado! Quem é você pra falar da Sabrina Sato? Você devia se lembrar que independente da carreira que ela escolheu em seguir, existe uma pessoa ali que merece respeito. Você devia se lembrar que mesmo as profissionais do ramo não devem ser julgadas, ofendidas ou espancadas!

        E você devia se informar mais em relação a estupros – ninguém tocou no assunto, mas lá vai… Temos leis rígidas? Cite-as pra mim! Você acha que as leis realmente dariam pra gente algum conforto? Você nunca vai entender o que é isso! E, se as mulheres querem protestar fazendo topless, querido, aproveite! tá reclamando do que? É um protesto pacífico…

      • É tanta baboseira nesse comentário que a gente não sabe nem por onde começar. Se você ve o seio feminino como objeto, cara, o problema é com você, não com a gente. O seio é uma parte do corpo como qualquer outra. Você também tem mamilos, sabia? quer dizer que quando você tira a camisa, você quer que te tratem como objeto? “Até parece que no nosso país, se algum homem estuprar uma mulher não vai ser preso” HAHAHAHAHA Ok, chega… não precisa nem comentar… Ridículo e despresível!

  128. HOMENS: sabe o que vocês comunicam para uma mulher quando “dá uma cantada” nela no meio da rua? Vocês comunicam que ela te agradou e que você pode dar a tratativa que quiser a isso, pois é CULTURALMENTE SUPERIOR e ela e ela deve ficar caladinha ou, no mínimo, honrada, afinal, você também é FORTE e poderia pegá-la a força ou ser agressivo, mas optou por outra alternativa!

  129. Quando um homem me passa uma cantada na rua, o que eu devo fazer?
    1- finjo que não ouvi;
    2- chamo ele de babaca e mando tomar no C.;
    3- penso que eu não deveria ter ficado calada como na opção 1 e devo voltar no outro dia com dois capangas e fazer eles brincarem de a-do-le-ta com o babaca;
    4- Não devo dar preço, pois dos pacíficos é o reino dos Céus; ou
    6- esperar que a justiça faça uma lei para punir o imbecil que não enxerga que a mulher pode usar, sim, roupa curta, quando o dia tá quente ao ponto de derreter até concreto.
    obs.: a quinta opção foi retirada, pois continha palavras e cenas de extrema violência rs

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