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Sobre:

A OLGA é uma ONG feminista criada em abril de 2013.

Nosso objetivo é criar conteúdo que reflita a complexidade das mulheres e as trate com a seriedade que pessoas capazes de definir os rumos do mundo merecem.

Nossa missão é empoderar mulheres por meio da informação e retratar as ações delas em locais onde a voz dominante não acredita existir nenhuma mulher.

Nossa luta é para que as mulheres possam ter mais escolhas, nunca menos, e também garantir que elas façam suas escolhas de maneira informada e consentida, sem que tenham que pedir desculpas por tais decisões.

Nossas campanhas:

13090355_10209342454373877_1632018976_nOlga Esporte Clube: O machismo é uma das principais causas para uma relação deteriorada entre mulheres e esporte. Ele transforma as atividades físicas em instrumento de controle de peso e culto ao corpo, exclusivamente.

Nossa missão com a Olga Esporte Clube é resgatar o prazer pelo esporte reforçando os significados essenciais da prática: socialização, crescimento pessoal, relação harmônica entre nosso corpo e a natureza, transcendência, inteligência emocional, o exercício da coragem.

Para a Olga Esporte Clube, o esporte é uma forma de empoderamento feminino. Clique aqui para conhecer o projeto.

chega_de_fiufiu#ChegadeFiuFiu: é uma campanha contra o assédio sexual em espaços públicos nascida em 2013, que trabalha para informar quão nocivo o assédio pode ser na vida das mulheres, tornando-se um problema de segurança e mobilidade urbana no dia a dia.

Entre outras importantes conquistas com a campanha, será lançado, em breve, o documentário Chega de Fiu Fiu – O Filme, um sonho que está se tornando realidade e cujo objetivo é ser uma ferramenta de educação contra o assédio. Confira o trailer abaixo:

Clique aqui para saber mais sobre a campanha Chega de Fiu Fiu.

primeiroassedio#PrimeiroAssedio: A campanha surgiu em apoio à menina de 12 anos que foi alvo de comentários de cunho sexual na internet durante sua participação em um reality show de culinária. Criamos a hashtag #primeiroassedio no Twitter e convidamos nossas leitoras a compartilhar suas histórias de primeiro assédio. Não é uma missão simples, indolor, fácil. Mas se apoderar da própria história é importante, de forma que a vítima assim se reconhece como vítima. A respostas nos ajudaram a constatar que a idade média do primeiro assédio é de 9,7 anos – e grande parte dos crimes, 65%, são cometidos por conhecidos. Ou seja, aqueles em que mais deveríamos confiar.

Mas também descobrimos que anos de silêncio têm a capacidade de tornar as vozes ensurdecedores quando redescobertas. Nunca duvide do poder das redes sociais para provocar reflexão e empoderamento. Até a meia-noite de domingo, a hashtag foi replicada mais de 82 mil vezes, entre tweets e retweets. Analisamos um grupo de 3.111 histórias compartilhadas no Twitter.

Clique aqui para saber mais sobre a campanha #PrimeiroAssedio.

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#MandaPrints: Durante anos agindo para educar e informar sobre o assédio que acontece em locais públicos, descobrimos também as nuances e agressões do assédio que acontece online.

A #MandaPrints é uma campanha de conscientização sobre este tipo de violência e, principalmente, informativa. A fim de empoderar a mulher com informações para que ela saiba como se defender e denunciar as agressões que tem sofrido online.

 

 

13566927_805249892943867_616633905472449951_nMulheres de Impacto: Em parceria com a ONU Mulheres e a Benfeitoria, o canal Mulheres de Impacto surgiu com o objetivo de criar meios para que mulheres inovadoras tirassem seus sonhos do papel. Foram 161 inscrições vindas de todo o Brasil. 12 delas foram selecionadas e o passo seguinte foi o de preparar essas mulheres para a missão de uma campanha de financiamento coletivo. Trabalhamos individualmente com cada uma delas para que encontrássemos a melhor forma de formatar os seus projetos para angariar os fundos necessários para eles decolarem.

O fim de uma trajetória que nos aproximou de mulheres cujo potencial de mudar o mundo impressionou não apenas a nós, mas também aos 2462 apoiadores do canal Mulheres de Impacto. Foram R$ 235.377,00 arrecadados para os oito projetos financiados – R$ 253.227,00 se contarmos com as quatro iniciativas que não atingiram a meta, mas que continuam merecedoras todo apoio e admiração.

Clique aqui para saber mais sobre o canal Mulheres de Impacto.

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#100vezesCláudia: A mulher arrastada pela Polícia Militar tinha nome – Cláudia Silva Ferreira. Cláudia também tinha família. E sonhos, coragem, dores e medos como qualquer ser humano. As denúncias da barbárie ocorrida são importantes e elas não devem cessar. Mas fugir do sensacionalismo e humanizar esse momento também é. Por isso, nos propusemos a retratar Cláudia com mais carinho do que o visto nos últimos dias.

Convidamos artistas para criar imagens sensíveis, que se dispõe a resgatar a dignidade roubada por criminosos. Este projeto se chama 100 VEZES CLÁUDIA e é aberto para que qualquer um possa enviar suas homenagens. Em 24 horas de projeto, conseguimos mais de 100 homenagens à Cláudia, que foram expostas no Museu da Cia. Paulista. Neste ano, três anos depois da morte de Cláudia, revivemos a arte falando seu nome 100 vezes no Twitter, finalizando com uma ilustração inédita de Kaol Porfírio.

Clique aqui para saber mais sobre o projeto 100 vezes Cláudia.

 

 

 

 

Nossas ferramentas, projetos e conteúdos:

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Minimanual de Jornalismo Humanizado: Nosso Minimanual do Jornalismo Humanizado reúne dicas para jornalistas e veículos que desejam limpar sua comunicação de preconceitos. Por meio de dicas simples e diretas, mostramos como tornar a leitura de notícias uma experiência agradável e respeitosa para pessoas tão diversas quanto a humanidade pode ser. Acesse:

Pt. 1: Violência Contra a Mulher

Pt. 2: Pessoas com deficiência

Pt. 3: Racismo

Pt.4: Estereótipos Nocivos

cartilhaCartilha: O pioneirismo e o crescimento da campanha tornaram a Chega de Fiu Fiu uma das principais vozes contra o assédio de rua no Brasil. Por esse motivo, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo firmou uma parceria com o Think Olga para o lançamento de uma cartilha sobre o tema para distribuição gratuita em todo o estado.

A cartilha explica de maneira rápida, fácil e com linguagem simples o que é o assédio e de que maneira as mulheres podem agir ao ser vítimas de um abuso. O material está disponível neste link e pode ser impresso livremente e distribuído gratuitamente.

mapaMapa Chega de Fiu Fiu: A Chega de Fiu Fiu foi criada para lutar contra o assédio sexual em locais públicos e o Mapa é uma ferramenta muito importante para isso, pois nos ajuda a reunir denúncias de assédio em locais públicos, assim como racismo, transfobia, homofobia e outras violências, com localização, demonstrando a situação de diversas regiões do país.

Obs.: A Central de Atendimento à Mulher recebe denúncias de casos de violência. Basta ligar 180. A Secretaria de Políticas para as Mulheres também recebe depoimentos: ouvidoria@spm.gov.br / spmulheres@spmulheres.gov.br

Clique aqui para acessar o Mapa Chega de Fiu Fiu.

11855336_10207395500861256_645834442_nOlga Mentoring: Acreditamos que a promoção de aulas de negócios é uma ferramenta poderosa para a independência da mulher em um mundo ainda dominado pelos homens. Hoje, elas já representam 43% dos empreendedores brasileiros. Um número feliz, afinal, o empreendedorismo é uma área de inovação. É onde se criam as novas soluções para o mundo e se suprem as necessidades das pessoas. E quanto mais diverso for esse mercado, mais de nós encontraremos as respostas que buscamos.

Nossa Escola das Líderes se trata de um projeto de mentoria. O objetivo é criar uma rede de apoio e desenvolvimento profissional através do networking. Vamos reunir, semanalmente, interessadas para aprender sobre business: estratégia, produto, planejamento, marketing, recursos humanos e operações. O curso é básico e não exige conhecimento prévio do tema, apenas muita vontade de aprender e de realizar sonhos.

entrevisteEntreviste uma Mulher: O projeto consiste em um banco de dados com nomes de mulheres especialistas nas mais diversas áreas, todas disponíveis para serem entrevistadas por jornalistas e produtores de conteúdo, a fim de combater a ausência de fala feminina em matérias e reportagens jornalísticas, fator que traz muitos problemas para a sociedade e para a democracia. O debate em assuntos de interesse especial às mulheres — como o aborto, por exemplo — ficam empobrecidos ou enviesados. Sabemos que existe um um gap de gênero em posições de liderança e em muitas áreas de atuação dominadas por homens, e que ainda há um enorme território a ser conquistado pelas mulheres. Mas, apesar desses desequilíbrios de gênero existirem, sim, não precisamos perpetuá-los.

Clique aqui para saber mais sobre o Entreviste Uma Mulher

Lista de Mulheres Inspiradoras:

A primeira lista de Mulheres Inspiradoras surgiu em 2013, com o objetivo de combater a falta de reconhecimento de trabalhos protagonizados e desenvolvidos por mulheres. Nossa lista não premia ou classifica o trabalho das mulheres selecionadas, tampouco consegue nomear todas que merecem ser lembradas.

Clique aqui e confira a lista de Mulheres Inspiradoras mais recente, de 2016.

FAQs:

Ainda há muita nebulosidade em torno de temas e pautas defendidas pelo feminismo e que, consequentemente, apoiamos como ONG. Uma maneira prática e direta de clarear ideias fixadas por tabus e tirar dúvidas comuns são as F.A.Qs. Com estas respostas nas mãos das mulheres, podemos seguir avançando a nossa conversa sobre diversos temas. Confira alguns dos F.A.Qs disponíveis em nosso site:

F.A.Q Chega de Fiu Fiu: assédio sexual em locais públicos

– F.A.Q Jurídico: Violência Virtual

F.A.Q sobre aborto: Tudo o que você deveria saber a respeito

F.A.Q sobre a descriminalização do aborto com Debora Diniz

Olga offline:

Nós podemos levar todo este conteúdo e muito mais traduzido de maneira prática para o mundo offline. Para agendar palestras, debates, parcerias, campanhas e consultoria, entre em contato pelo e-mail: olga@thinkolga.com.

Imprensa:

Além de nossas próprias ferramentas, conteúdos, projetos e campanhas exporem os assuntos pertinentes à nossa luta, a Think Olga responde sobre os seguintes assuntos ligados a feminismo e empoderamento feminino:

– Assédio sexual em locais públicos, no trabalho ou direcionados à crianças e adolescentes (pedofilia).

– Representatividade e representação feminina na mídia e jornalismo humanizado.  

– Empreendedorismo feminino.  

– A favor da descriminalização do aborto no Brasil.

Para agendar uma entrevista sobre assuntos dentro dessas pautas, entre em contato pelo e-mail: olga@thinkolga.com.

Dúvidas frequentes sobre a OLGA:

– Porque o nome OLGA?

O nome foi escolhido pela fundadora Juliana de Faria para ajudar a personificar o projeto, aproximando o nosso conteúdo das leitoras com um nome bonito e forte.

– Quero escrever / sugerir uma pauta para a Think Olga.

Adoramos nos aproximar das Olgas que acompanham nosso trabalho e, como uma ONG pequena, muitas vezes dependemos de colaboração voluntária. Por isso, é claro que seu artigo ou sugestão de pauta serão bem vindos. Envie o conteúdo para o e-mail olga@thinkolga.com para assim, passar por uma avaliação de nossa equipe equipe de conteúdo. Então é só aguardar pelo nosso feedback.

– Quero colaborar com a ONG.

Trabalhamos como uma ONG de jornalismo independente e gratuito para mulheres, com a missão de empoderar por meio da informação. Logo, você já está colaborando com a causa ao compartilhar conteúdo publicado em nosso site, canal no YouTube ou redes sociais.

Como ONG, também aceitamos colaboração financeira, por meio de doações. Para mais informações de como realizar uma doação para a Think Olga, entre em contato com o nosso departamento financeiro no e-mail: barbara@thinkeva.com.br.

– Quero utilizar conteúdo de imagens ou textos publicados pela Think Olga na minha pesquisa acadêmica ou publicação pessoal.

Os nossos dados de pesquisa, ilustrações da Chega de Fiu Fiu, depoimentos no Mapa da Chega de Fiu Fiu e outras informações colocadas publicamente em nossos veículos de comunicação estão liberados para utilização, desde que os devidos créditos sejam atribuídos à nossa ONG ou colaboradoras que gentilmente cederam conteúdo para nossas plataformas.

– Quero a opinião da Think Olga para um artigo / projeto pessoal ou da minha empresa.

Se o nosso posicionamento sobre determinado assunto não foi encontrado em nossas plataformas com dados e pesquisas consistentes para que possamos compartilhá-los, é porque ainda estamos em processo de aprendizado e reflexão sobre este assunto em específico.

Para além das descobertas que compartilhamos publicamente, nossos estudos de conteúdo são também oferecidos como consultoria, uma maneira de sustentar este trabalho. Para mais informações de como podemos trabalhar juntos dessa maneira, entre em contato pelo: olga@thinkolga.com.   

– Como posso divulgar meu projeto ou evento feminista na Olga?

Sempre estamos abertas a conhecer novos projetos e divulgar eventos para encontros off-line. Para sermos justas com a quantidade de demandas que recebemos diariamente, pedimos que todos os envios passem por uma avaliação. Para isso, envie uma descrição do projeto ou evento e um link para acessar as informações completas para o e-mail: olga@thinkolga.com.

– Pedidos de entrevista para TCCs, teses de mestrado, jornais de cursos de comunicação e outros projetos acadêmicos.

Sempre ficamos honradas de saber que a Think Olga foi escolhida como fonte de estudo para uma pesquisa de gênero. Mas, infelizmente, não poderemos ajudar com entrevista ou fornecendo conteúdo para além do que já disponibilizamos em nosso site e redes sociais. Como somos uma ONG em crescimento, com uma equipe pequena, não temos tempo hábil para atender a todos os pedidos que chegam diariamente com a atenção que merecem, sendo assim, tivemos que adotar a política de não atender a pedidos acadêmicos, para que nenhum estudante acabe sendo favorecido.

Contato:

Se a sua dúvida não foi respondida nesta página, você já sabe como entrar em contato, certo?
Escreva para o e-mail: olga@thinkolga.com

15 comments on “A Olga

  1. Ariane Gomes de Oliveira
    9 de junho de 2013 at 03:49

    Olá, me sensibilizei com seu depoimento sobre sua vida. Gostaria de contribuir com ilustrações, não sei como funciona seu blog, mas de qualquer forma adorei já pela iniciativa.
    O meu é lugaresalheios.blogspot.com.br mas não é de desenho, é de conto e poesia. Um abraço!

  2. frausantana
    10 de setembro de 2013 at 20:33

    Gostaria de saber o porquê do nome OLGA, afinal de contas, esse é o meu nome! Um abraço!

    • Olga
      10 de setembro de 2013 at 20:35

      Escolhi Olga, pois acho um nome lindo e forte. 🙂

      • Iris Brito Lopes
        11 de setembro de 2013 at 00:24

        O nome me remeteu instantaneamente à Olga vítima da ditadura. Símbolo de força e resistência

      • Lucas Limão Bernardi Callegari
        11 de setembro de 2013 at 23:07

        e Eu achando que era por causa da Olga benario

      • frausantana
        12 de setembro de 2013 at 18:10

        Legal! Também acho … 😉

      • Olga Batista
        8 de novembro de 2013 at 21:49

        Pensou nesse nome de repente? Já me disseram que é um nome forte, mas eu não entendo.

    • Olga Batista
      8 de novembro de 2013 at 21:46

      O meu nome também é Olga

  3. Nayara Nicacio
    29 de novembro de 2013 at 11:58

    Nossa eu tenho amado estar com vocês, amo todos os posts são excelentes, parabéns pela iniciativa!!!

    • Olga
      29 de novembro de 2013 at 14:54

      Que mensagem mais linda, Nayara. Obrigada pela companhia! 🙂

  4. Valdira Rosa
    9 de fevereiro de 2014 at 22:33

    Adorei o texto “Menina não pode brincar?”, excelente! Sensível e muito bem escrito. Não conhecia o blog, bela descoberta. Falando um pouco do texto, sempre tive dificuldades em comprar roupas para minhas filhas, que não gostam de rosa, rendas, babados. A mais velha não gostava de bonecas, gostava mesmo era de brincar com a imaginação e só tenho alegrias em razão disso. A mais nova até gosta de bonecas, mas adora bola, skate, carrinhos (tem coleção deles). Mas vejo que muitas vezes as pessoas se surpreendem com isso, por puro preconceito. Nas lojas de brinquedo, se busco um carrinho, me perguntam logo a idade do “menino”, um absurdo isso! Há poucos dias quase me aborreci com uma vendedora ao procurar um skate.

  5. Luciana Boldrin
    16 de fevereiro de 2014 at 18:38

    Acabei de conhecer e estou encantada com o modo delicado como os temas sao abordados! Parabens!

  6. Cutuca que eu falo (@cutucaqueeufalo)
    28 de fevereiro de 2014 at 00:06

    Que ótimo esse site!! Parabéns pela iniciativa, temos sim, que falar sobre o universo feminino dessa maneira clara, desmascarando todo e qualquer tipo de preconceito contra nós mulheres.
    cutucaqueeufalo.blogspot.com.br

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